| Processo: | 17/26872-5 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2020 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Morfologia - Histologia |
| Pesquisador responsável: | Cristiane Damas Gil |
| Beneficiário: | Cristiane Damas Gil |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Dermatite atópica Galectinas Anexina A1 Inflamação Psoríase Estado epiléptico |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Anexina A1 | dermatite atópica | Galectinas | Psoríase | status epilepticus | Inflamação |
Resumo
Nos últimos anos, as pesquisas de nosso grupo têm focado o papel de proteínas com atividades anti e proinflamatórias, especialmente as galectinas-1, -3 e anexina A1 (ANXA1), utilizando diferentes modelos experimentais de inflamação. Assim, as investigações seguem uma dupla abordagem: 1) por um lado, a relevância fisiopatológica desses mediadores em diferentes modelos de inflamação determinada por meio de uma combinação de analises histopatológicas, farmacológicas e ultraestruturais; 2) por outro lado, a identificação de alvos que medeiam os efeitos anti-inflamatórios endógenos como novas pistas para descobertas inovadoras de fármacos com uso terapêutico e menores efeitos adversos. A ANXA1 e as galectinas atuam como potentes mediadores endógenos nas inflamações capazes de controlar o processo de transmigração dos leucócitos, liberação de citocinas e desgranulação de mastócitos, contribuindo para a homeostase da reação inflamatória. Contudo, os mecanismos moleculares pelos quais essas proteínas modulam as respostas celulares, particularmente na neuroinflamação e inflamações cutâneas, ainda não estão completamente determinados. A epilepsia é um distúrbio cerebral causado pela predisposição permanente do cérebro em gerar crises epilépticas espontâneas e recorrentes, acompanhadas de consequências neurobiológicas, cognitivas e sociais. Evidências clínicas e experimentais indicam que o processo inflamatório no cérebro constitui um mecanismo crucial na patofisiologia das crises epilépticas e da epilepsia, despertando interesse no uso de drogas anti-inflamatórias. Ressaltamos também que as respostas imunes que envolvem as inflamações crônicas da pele, tais como psoríase e dermatite, são complexas e evidenciam o desafio no diagnóstico clínico, sendo fundamental o estudo de biomarcadores para melhor definição dessas patologias o que contribuirá para uma terapia mais personalizada. Nos tratamentos das doenças inflamatórias, em geral, são os glicocorticoides e imunossupressores os medicamentos administrados cujos efeitos adversos estimulam buscas por novas estratégias terapêuticas. Desse modo, avaliaremos a expressão e o mecanismo de ação das proteínas ANXA1 e galectinas em modelos experimentais de neuroinflamação e inflamações cutâneas. Assim, diferentes metodologias serão empregadas, tais como: análises histológicas e quantificação de células inflamatórias, imuno-histoquímica, imunofluorescência, Elisa, western blotting, etc, que possibilitarão a compreensão detalhada da bioatividade das proteínas e as suas possíveis aplicações terapêuticas. (AU)
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio: |
| Mais itensMenos itens |
| TITULO |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): |
| Mais itensMenos itens |
| VEICULO: TITULO (DATA) |
| VEICULO: TITULO (DATA) |