| Processo: | 18/01010-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 28 de janeiro de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Toxicologia |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Danielle Palma de Oliveira |
| Beneficiário: | Taís Suelen Viana |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 19/03940-0 - Avaliação ecotoxicológica da eficiência do tratamento de água produzida de petróleo em organismos aquáticos (Dugesia tigrina e Chironomus riparius), BE.EP.MS |
| Assunto(s): | Toxicologia ambiental Teratogênese Danio rerio Ecotoxicologia Daphnia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Água de Petróleo | Ceriodaphnia | Danio rerio | Daphnia similis | ecotoxicologia | teratogênese | Toxicologia Ambiental |
Resumo A água de petróleo (AP) é um resíduo produzido por industrias petrolíferas, também conhecido como água produzida ou de produção e água residuária/residual de petróleo. Quando descartada em ambientes aquáticos pode contaminar a biota ali presente, além de ocasionar danos muitas vezes irreversíveis aos ecossistemas afetados. Sua toxicidade é devido à variedade de compostos que à constitui, como metais pesados, compostos orgânicos e inorgânicos, entre outros. Decorrente ao seu potencial tóxico, a AP necessita tratamentos eficientes para seu posterior descarte no ambiente. Os tratamentos convencionais utilizados para tratar a AP muitas vezes não são suficientes para remover sua toxicidade, sendo desta forma, necessária a adoção de processos oxidativos avançados (POAs), como fotocatálise, fotoeletrocatálise, ozonização e ozonização fotoeletrocatalítica, que são os processos avaliados neste trabalho. A avaliação da eficiência da remoção/redução da toxicidade da AP é feita através da comparação entre amostras dos tratamentos realizados pelos POAs e o efluente bruto à organismos aquáticos. Para isso serão realizados ensaios de teratogenicidade, por meio da determinação da letalidade e subletalidade, empregando o estágio embrio-larval do peixe Danio rerio (zebrafish) através do Embryo Acute Toxicity (FET), baseado na OECD (nº 236), com auxílio do software DanioScope. Nos ensaios de ecotoxicidade serão avaliados a toxicidade aguda e crônica das amostras aos microcrustáceos Daphnia similis e Ceriodaphnia dubia, respectivamente. (AU) | |
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