| Processo: | 18/01381-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Genética - Mutagênese |
| Pesquisador responsável: | Flávia Aparecida Resende Nogueira |
| Beneficiário: | Luiza Girotto |
| Instituição Sede: | Universidade de Araraquara (UNIARA). Araraquara , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Nanotecnologia Produtos naturais Emulsões (formas farmacêuticas) Medicamentos fitoterápicos Byrsonima Antibacterianos Mutagênicos Citotoxicidade |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Byrsonima sp | microemulsões | Nanotecnologia | Produtos Naturais | Produtos Naturais |
Resumo As plantas do gênero Byrsonima (Malpighiaceae), popularmente conhecidas como ''murici-vermelho'' ou ''murici-cascudo'', representam uma fonte rica de derivados de catequina e epicatequina. Na medicina popular, geralmente são utilizadas como chá para o tratamento de úlceras gástricas, infecções, inflamação da pele, febre e asma. Além disso, de acordo com a literatura, algumas espécies apresentam atividades farmacológicas comprovadas cientificamente, como antiulcerogênica e antimicrobiana. No entanto, estudos prévios realizados pelo nosso grupo demonstraram o potencial mutagênico pelo teste de Ames do extrato etanólico 70% de folhas de Byrsonima coccolobifolia. Assim, tornou-se relevante investigar a influência da incorporação deste extrato em um sistema lipídico nanoestruturado com relação às atividades antibacteriana, mutagênica e citotóxica. Sistemas lipídicos nanoestruturados, como as microemulsões, vêm se destacando no campo das ciências farmacêuticas em razão de melhorarem a solubilidade e estabilidade dos fármacos, além de proporcionarem ação prolongada e poderem veicular substâncias com diferentes graus de hidrofilia/lipofilia. A mutagenicidade do extrato incorporado será avaliada utilizando o ensaio de mutação gênica reversa com Salmonella typhimurium (teste de Ames) com as linhagens TA98, TA97a, TA100 e TA102, em ausência e presença de metabolização; a citotoxicidade (IC50) frente a uma linhagem celular normal (GM-07492) e uma com perfil de metabolização de carcinógenos (HepG2) pelo método do MTT e o potencial antibacteriano, utilizando a técnica de diluição em microplacas, contra as bactérias Staphylococcus aureus ATTC 25923 e Escherichia coli ATCC 25922. Espera-se, assim, otimizar por meio de um sistema em nível nanoestrutural, o estudo do extrato de B. coccolobifolia, a fim de produzir um fitoterápico visando eficácia e segurança antes que ele possa ser amplamente utilizado em benefício para saúde humana. (AU) | |
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