| Processo: | 19/06818-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Genética - Mutagênese |
| Pesquisador responsável: | Flávia Aparecida Resende Nogueira |
| Beneficiário: | Vanessa Magorpo |
| Instituição Sede: | Universidade de Araraquara (UNIARA). Araraquara , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Nanotecnologia Produtos naturais Plantas medicinais Byrsonima Antifúngicos Citotoxicidade Testes de mutagenicidade Bioatividade |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Byrsonima sp | microemulsões | nanotecnologia | produtos naturais | Produtos naturais |
Resumo As plantas medicinais têm uma valiosa contribuição para o avanço de novas estratégias terapêuticas por meio de seus metabólitos secundários. As plantas do gênero Byrsonima (Malpighiaceae) representam uma fonte rica de derivados de catequina e epicatequina e de acordo com a literatura, algumas espécies apresentam atividades farmacológicas comprovadas cientificamente, como antiulcerogênica, antimicrobiana, antimutagênica, antioxidante e antiinflamatória No entanto, estudos prévios realizados pelo nosso grupo demonstraram a atividade mutagênica pelo teste de Ames do extrato etanólico 70% (EtOH 70%) de folhas de Byrsonima ligustrifolia. Por isso, o objetivo do presente estudo será avaliar o potencial antifúngico, citotóxico e mutagênico do extrato de B. ligustrifolia incorporado e não incorporado em sistemas lipídicos nanoestruturados (SLN - microemulsões). O extrato será incorporado em duas formulações já desenvolvidas e caracterizadas pelo nosso grupo, nomeadas de SLN1 e SLN2. Ambas possuem como tensoativo, uma mistura de polioxietileno 20 cetil éter (Brij® 58) e fosfatidilcolina de soja na proporção 2:1 e como fase aquosa Phosphate Buffered Saline (PBS) pH 7,4. O que difere é que uma possui o óleo de semente de uva (OSU) e colesterol na proporção de 5:1 como fase oleosa (SLN1) e a outra somente o colesterol (SLN2). O potencial antifúngico será avaliado contra as leveduras Candida albicans, C. glabrata, C. krusei, C. parapsilosis e C. tropicalis pela a técnica de diluição em microplacas, a citotoxicidade frente as células GM-07492 que são fibroblastos normais e HepG2 células de carcinoma hepatocelular humano por possuir um perfil de metabolização, e a mutagenicidade pelo teste de Ames, a fim de verificar a influência da nanotecnologia na mutagenicidade previamente detectada. Esses resultados fornecerão suporte às propriedades antifúngicas do extrato de B. ligustrifolia, livre e associado a nanotecnologia, além do efeito citotóxico e mutagênico, contribuindo na busca de novos produtos naturais com atividades biológicas. | |
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