| Processo: | 18/02694-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Agronomia - Fitotecnia |
| Pesquisador responsável: | Mariângela Cristofani-Yaly |
| Beneficiário: | Fernanda Roverssi |
| Instituição Sede: | Instituto Agronômico (IAC). Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA). Campinas , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Melhoramento genético vegetal Resistência à doença Citrus Tangerina Pólen Polinização Sementes |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | frutos apirênicos | híbrido | qualidade da fruta | melhoramento vegetal |
Resumo No Estado de São Paulo, principal produtor nacional de citros, destacam-se, como as mais cultivadas, as seguintes variedades do grupo das tangerinas e seus híbridos: tangerina Ponkan (Citrus reticulata Blanco) e tangor Murcott [Citrus sinensis (L.) Osbeck x C. reticulata Blanco]. Outras variedades, como a mexerica-do-Rio (C. deliciosa Tenore) e tangerina Cravo, apresentam pouca expressão, com relação à área de plantio. Essas variedades não atendem ao padrão de aceitação internacional, para serem consumidas como fruta fresca, pois o mercado valoriza muito as frutas sem sementes. Além disso, estas variedades são altamente suscetíveis à mancha marrom de alternária (MMA), doença causada pelo fungo Alternaria alternata, sendo considerada a doença fúngica mais severa da atualidade, atacando as tangerinas e alguns de seus híbridos. A doença afeta com severidade os pomares cultivados com as variedades de tangerina Ponkan e tangor Murcott, principais variedades cultivadas no Brasil, gerando prejuízos econômicos aos pomares comerciais, devido ao grande número de pulverizações necessárias para o controle. No Programa de Melhoramento de Citros do Centro APTA Citros Sylvio Moreira do Instituto Agronômico (IAC) foi desenvolvida uma cultivar, a tangerina IAC 2019Maria que tem se mostrado altamente resistente a esta doença. A cultivar, apesar de apresentar menor número de sementes que tangerina Ponkan e tangor Murcott, apresenta em média dez sementes por fruto. As plantas da cultivar tangerina IAC 2019Maria sempre foram cultivadas na presença de outras variedades. Desta forma, não temos o conhecimento da viabilidade dos pólens, de ocorrência ou não de autoincompatibilidade e influência da polinização cruzada no número de sementes. Tal estudo preliminar permitirá verificar a influência da polinização aberta, autopolinização e da ausência de polinização aberta e autopolinização na formação de sementes, em frutos da cultivar de tangerina IAC 2019Maria e se a redução no número de sementes acarretará consequências na qualidade da fruta. | |
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