| Processo: | 18/04169-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 14 de setembro de 2020 |
| Área de conhecimento: | Engenharias - Engenharia de Materiais e Metalúrgica |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Neri Alves |
| Beneficiário: | Douglas Henrique Vieira |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Presidente Prudente. Presidente Prudente , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 19/14366-3 - Estudo de um diodo schottky de beta-Ga2O3 visando aplicações transparentes a luz solar, BE.EP.MS |
| Assunto(s): | Raios ultravioleta Transistores Fotodetectores |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Diodo schottky | fotodetector | Spray Pyrolysis | Transistor | ultravioleta | ZnO | Eletrônica Impressa |
Resumo Elevados valores de índice de radiação ultravioleta em países tropicais e subtropicais apresentam riscos à saúde pública, principalmente quanto à possibilidade de causar câncer de pele. O monitoramento da exposição à radiação UV através de circuitos finos, flexíveis e que possam ser impressos, é uma proposta fascinante. Para isso são necessários materiais de baixo custo que possam ser processados por solução. O ZnO é um semicondutor que se destaca nesse quesito. Ele possui elevado valor de mobilidade e é promissor para aplicação como sensor UV por possuir um gap de energia de 3,3 eV, que corresponde ao início do espectro da luz UV (320~400 nm). O uso da técnica de spray pyrolysis para obtenção do ZnO é interessante por permitir que ele seja extraído de um precursor orgânico. Esse material pode ser utilizado para o desenvolvimento de um diodo Schottky que possa atuar como um bom sensor para radiação UV. Além disso, ele também pode ser utilizado para o desenvolvimento de um transistor, componente eletrônico extremamente importante presente em praticamente todos os circuitos eletrônicos. A combinação do diodo Schottky a um transistor de filme fino permite formar um fotodetector capaz de "pré-processar" o sinal, regulando a voltagem de saída e selecionando a intensidade e o comprimento de onda a ser detectado. (AU) | |
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