| Processo: | 18/04954-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 29 de fevereiro de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Odontologia |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Andreia Bufalino |
| Beneficiário: | Camila de Oliveira Barbeiro |
| Instituição Sede: | Faculdade de Odontologia (FOAr). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Imunofluorescência Estomatologia Acetilação Histonas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | acetilação | histonas | imunofluorescência | leucoplasia oral | leucoplasia verrucosa proliferativa | Estomatologia |
Resumo O carcinoma espinocelular (CEC) representa mais de 95% de todas as neoplasias malignas que acometem a cavidade oral e muitas vezes estes tumores são precedidos por alterações clínicas que apresentam um evidente potencial de transformação maligna, as quais são chamadas de desordens potencialmente malignas orais (DPMOs). Dentre estas, a leucoplasia oral (LO) é a mais importante e possui taxa de transformação maligna que varia de 0,2% até 17,5%. Outra DPMO importante é a leucoplasia verrucosa proliferativa (LVP), que apresenta um comportamento persistente e progressivo para malignidade, com taxa de transformação maligna maior que 70%. Diferente da LO, os fatores de risco como tabaco, álcool e noz de areca não parecem estar associados com o desenvolvimento da LVP. Adicionalmente, a LVP frequentemente apresenta resposta inadequada a todas as modalidades de tratamento, sofre rápida disseminação pelos sítios orais e muitas vezes demonstra recorrência. Estudos recentes e dados preliminares obtidos por nosso grupo, sugerem que o infiltrado inflamatório associado às lesões leucoplásicas de paciente com LVP está relacionado a etiologia e/ou comportamento clínico distintos da LO convencional. Assim, este estudo pretende avaliar o estado de acetilação de histona H3 e sua contribuição para a instabilidade genômica. Adicionalmente, será avaliado a participação das células polimorfonucleares na regulação desse processo epigenético. (AU) | |
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