| Processo: | 17/17288-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Odontologia |
| Pesquisador responsável: | Andreia Bufalino |
| Beneficiário: | Mariel Ruivo Biancardi |
| Instituição Sede: | Faculdade de Odontologia (FOAr). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Linfócitos T citotóxicos Células dendríticas Macrófagos Carcinoma de células escamosas Leucoplasia bucal Patologia Carcinoma verrucoso |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | células dendríticas | Leucoplasia | leucoplasia verrucosa proliferativa | linfócitos T Citotoxicos | Macrófagos | Patologia |
Resumo O carcinoma espinocelular (CEC) representa mais de 95% de todas as neoplasias malignas que acometem a cavidade oral e muitas vezes estes tumores são precedidos por alterações clínicas que apresentam um evidente potencial de transformação maligna, as quais são chamadas de desordens potencialmente malignas orais (DPMOs). Dentre estas a leucoplasia oral (LO) é a mais importante e possui taxa de transformação maligna que varia de 0,2% até 17,5%. Outra DPMO importante é a leucoplasia verrucosa proliferativa (LVP), que apresenta um comportamento persistente e progressivo para malignidade, com taxa de transformação maligna maior que 70%. Diferente da LO, os fator de risco como tabaco, álcool e noz de areca não parecem estar associados com o desenvolvimento da LVP. Adicionalmente, a LVP frequentemente apresenta resposta inadequada a todas as modalidades de tratamento, sofre rápida disseminação pelos sítios orais e muitas vezes demonstra recorrência. Estudos recentes e dados preliminares obtidos por nosso grupo, sugerem que o infiltrado inflamatório associado às lesões lecoplásicas de paciente com LVP está relacionado a etiologia e/ou comportamento clínico distintos da LO convencional. Assim, este estudo pretende realizar uma análise comparativa entre amostras de LO e LVP que consistem em: (1) avaliar a densidade e estado de ativação das células dendríticas, (2) avaliar a densidade e polarização de macrófagos M1 e M2, e (3) avaliar a porcentagem e identificar os subtipos de linfócitos T auxiliares e estado de ativação de linfócitos T citotóxicos. | |
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