| Processo: | 18/17573-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 23 de outubro de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 29 de março de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Farmácia - Farmacotecnia |
| Pesquisador responsável: | Marlus Chorilli |
| Beneficiário: | Mariana Rillo Sato |
| Supervisor: | John Francis Callan |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | University of Ulster, Coleraine, Irlanda do Norte |
| Vinculado à bolsa: | 16/11198-4 - Carreadores lipídicos nanoestruturados dispersos em hidrogéis de geleificação in situ para administração vaginal de hipericina associados à terapia fotodinâmica no tratamento da candidíase vulvovaginal, BP.DR |
| Assunto(s): | Candida albicans Terapia fotodinâmica Nanotecnologia farmacêutica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Cândida Albicans | hypericin | mucoadhesive nanostructured systems | Photodynamic Therapy | sonodynamic therapy | Nanotecnologia Farmacêutica |
Resumo A terapia fotodinâmica (TFD) é uma alternativa potente para o tratamento de infecções fúngicas, como a candidíase vulvovaginal. A TFD usa um fotossensibilizador (FS) e luz visível, no entanto, a penetração da luz no tecido humano ainda é limitada. Uma técnica consideravelmente nova está sendo pesquisada para melhorar essa desvantagem. A terapia sonodinâmica (TSD) usa ultrassom (US) que, diferentemente da luz, pode se propagar mais profundamente no tecido, uma vez que o US gera cavitação inercial, produzindo oxigênio singlete. Os efeitos fungicidas das terapias TFD/TSD contra cepas de Candida albicans utilizam FS natural extraído de Hipericum perforatum, hypericin (HIP). A HIP atraiu a atenção dos pesquisadores por causa da alta capacidade de produzir oxigênio; no entanto, pode ser distribuído sistemicamente, causando a morte de células indesejáveis. Para superar essa limitação, a HIP foi incorporada em sistemas nanoestruturados mucoadesivos, como o carreador lipídico nanoestruturado disperso em hidrogéis in situ. Os sistemas são promissores para a liberação vaginal da HIP, pois permitem minimizar sua toxicidade e reações adversas, promover liberação prolongada do fármaco, e assim, aumentar o tempo de entrega do fármaco no ambiente vaginal. Os sistemas combinados com as eficazes terapias TFD/TSD mediadas por HIP podem apresentar respostas importantes ao tratamento de infecções fúngicas. | |
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