| Processo: | 18/18184-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2023 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Zoologia - Morfologia dos Grupos Recentes |
| Pesquisador responsável: | Tatiana Teixeira Torres |
| Beneficiário: | Bruno Celso Feltrin Genevcius |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 19/27475-5 - As bases genéticas e do desenvolvimento de uma notável novidade evolutiva genital, BE.EP.PD |
| Assunto(s): | Expressão gênica Evolução morfológica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Evo-devo | evolução genital | Evolução morfológica | expressão gênica | Biologia evolutiva do desenvolvimento |
Resumo Genitálias são reconhecidas como as estruturas mais divergentes, especialmente em machos. Suas rápidas taxas de evolução e extraordinária complexidade anatômico-funcional têm sido amplo foco de estudos ecológicos e evolutivos. Apesar do crescente interesse nessas estruturas, algumas lacunas têm sido repetidamente apontadas em revisões recentes, destacando-se: (1) um foco desproporcional em estruturas masculinas, (2) uma restrição a organismos modelo e (3) uma escassez de estudos evolutivos sobre a arquitetura genética durante seu desenvolvimento (evo-devo). Esta última é especialmente interessante, uma vez que abordagens evo-devo permitem compreender como a formação de estruturas durante o desenvolvimento, do ovo ao adulto, influenciam a evolução das mesmas ao longo de gerações e linhagens no tempo evolutivo. Em particular, estudos de genética do desenvolvimento serão fundamentais para elucidar os mecanismos por trás dos dois padrões mais recorrentes e enigmáticos em evolução genital: a coevolução macho-fêmea e os níveis desproporcionais de elaboração observados entre os sexos. Este projeto propõe atuar simultaneamente nas três lacunas, investigando as bases genéticas do desenvolvimento genital em machos e fêmeas de organismos não-modelo (pentatomídeos). Especificamente, perguntaremos: (1) Quais são as bases genéticas da coevolução genital? (2) Que características genéticas permitem que estruturas masculinas evoluam mais rapidamente e sofram maior elaboração? (3) Quão conservados são os genes por trás do desenvolvimento, em termos de sequência e expressão, ao longo de diferentes linhagens de Pentatomidae? Conduziremos diferentes testes de hipótese combinando estudos morfológicos em imaturos, técnicas modernas de sequenciamento de RNA e RNA de interferência, e estudos prévios de evolução na família. | |
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