| Processo: | 19/01325-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2022 |
| Área de conhecimento: | Interdisciplinar |
| Acordo de Cooperação: | Belmont Forum |
| Pesquisador responsável: | Katia Maria Paschoaletto Micchi de Barros Ferraz |
| Beneficiário: | Laila Thomaz Sandroni |
| Instituição Sede: | Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 18/50038-8 - CON-VIVA em direção a uma conservação do convívio: governança em interações humanos-vida selvagem no Antropoceno, AP.R |
| Assunto(s): | Conservação Ciências sociais Interação homem-animal Conflitos Animais predadores Pobreza Antropoceno |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Ciências Sociais | Conservação |
Resumo O projeto baseia-se na premissa de que a conservação é fundamental para as transformações para a sustentabilidade, mas que suas práticas precisam ser reorientadas. A conservação da maneira como foi realizada até hoje teve eficácia na proteção da biodiversidade em determinados lugares, mas não conseguiu deter a perda global de biodiversidade. A fragmentação continuada de habitats e a redução do financiamento em tempos de austeridade agravam esse problema. Muitos conservacionistas agora reconhecem isso, levando a vigorosas discussões sobre como reconfigurar as relações entre humanos e animais selvagens, áreas protegidas e o papel do desenvolvimento econômico na conservação no antropoceno. O principal objetivo do projeto é conceitualizar e testar empiricamente as perspectivas de uma proposta emergente desses debates: a conservação do convívio. Este novo modelo tem como objetivo ir além das áreas protegidas e da confiança nas soluções baseada no mercado para construir caminhos de governança, financiamento e integração da paisagem que levem em conta tanto a conservação, quanto a redução da pobreza. CON-VIVA investiga as perspectivas da conservação do convívio comparando proeminentes estudos de caso que abordam conflitos entre humanos e animais selvagens envolvendo predadores de topo de cadeia na Finlândia, EUA, Brasil e Tanzânia. Nossa hipótese é a de que, se "viver com" predadores de topo de cadeia pode ser efetivamente combinado com novas formas de desenvolvimento econômico, uma transição para a conservação do convívio pode ser significativamente fortalecida. (AU) | |
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