| Processo: | 19/12683-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Ecologia |
| Pesquisador responsável: | Paulo Sergio Moreira Carvalho de Oliveira |
| Beneficiário: | Salatiel Gonçalves Neto |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Ecologia molecular Comportamento social animal Insetos sociais Colônias de animais Formicidae Cerrado Repetições de microssatélites |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | cerrado | Comportamento Social | Ecologia molecular | Formiga | Insetos Sociais | Microssatélites | Ecologia Molecular |
Resumo Camponotus leydigi (Forel) é uma formiga amplamente distribuída na região Neotropical e frequentemente encontrada no Cerrado, onde realiza importantes interações com plantas e outros insetos. Estudos prévios de campo sugerem que as colônias dessas formigas sejam polidômicas, com múltiplos subninhos separados fisicamente, mas socialmente conectados. Esta característica está diretamente relacionada com o sucesso ecológico das colônias no cerrado. Para a definição de uma colônia polidômica se faz necessário o uso de diferentes abordagens, incluindo análises comportamentais e espaciais (tráfico de indivíduos entre subninhos), bem como evidências genéticas que comprovem o parentesco entre operárias de diferentes subninhos. Dados comportamentais e espaciais de campo sugerem fortemente a ocorrência de polidomia em C. leydigi. Assim, este projeto tem por objetivo desenvolver marcadores microssatélites para C. leydigi visando obter evidências moleculares que complementem os dados ecológicos e confirmem a ocorrência de polidomia em colônias de C. leydigi. Para o desenvolvimento dos marcadores foi utilizado a estratégia da biblioteca enriquecida, na qual são empregados oligonucleotídeos biotinolados, posteriormente recuperados por esferas magnéticas ligadas à estreptavidina. Testaremos ainda se marcadores microssatélites previamente desenvolvidos para C. renggeri e C. rufipes amplificam e são satisfatoriamente polimórficos para C. leydigi. Os dados serão analisados com ferramentas de genética de populações, incluindo abordagens frequentistas e bayesianas. Por fim, este trabalho também disponibilizará ferramentas moleculares que permitirão estudos futuros com genética de populações de formigas do gênero Camponotus no Cerrado. | |
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