| Processo: | 19/15428-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 29 de novembro de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 28 de novembro de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia Geral |
| Pesquisador responsável: | Adelino Sanchez Ramos da Silva |
| Beneficiário: | Ana Paula Pinto |
| Supervisor: | Joe Quadrilatero |
| Instituição Sede: | Escola de Educação Física e Esporte de Ribeirão Preto (EEFERP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | University of Waterloo, Canadá |
| Vinculado à bolsa: | 17/19869-8 - Mecanismos moleculares relacionados ao aumento do conteúdo hepático de gordura em resposta ao excesso de exercício físico, BP.DR |
| Assunto(s): | Músculo esquelético Camundongos Biologia molecular Autofagia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Autofagia | Camundongos | Células Tronco Musculares | Músculo esquelético | Biologia Molecular |
Resumo As células-tronco do músculo esquelético ou células-satélite (SCs) são responsáveis pelo crescimento e regeneração das fibras musculares. Essas células estão situadas entre a membrana basal e o sarcolema nas fibras musculares. Numerosas vias de sinalização regulam a proliferação e diferenciação das SCs. Recentemente, demonstrou-se que a autofagia está envolvida na função e manutenção adequada das populações de células-tronco, promovendo sua quiescência, bem como mantendo suas propriedades e auto- renovação. A autofagia degrada macromoléculas e organelas que resultam na reciclagem dos componentes bioenergéticos. Ela também está envolvida em papéis celulares fundamentais, como crescimento e desenvolvimento celular, biogênese de organelas e regulando o equilíbrio entre a síntese de proteínas e a degradação. Sabe-se que as SCs no músculo esquelético estão diminuídas em animais com deficiência da proteína Atg7, essencial na via da autofagia. Curiosamente, a deficiência de autofagia leva a um fenótipo muito semelhante ao observado em células satélites envelhecidas, incluindo danos ao DNA, estresse oxidativo, acúmulo da proteína SQSTM1, mitocôndrias danificadas e marcadores de senescência. Assim, hipotetizamos que a autofagia poderia agir de maneira semelhante no músculo esquelético para permitir a diferenciação muscular e, ao mesmo tempo, evitar a depleção das SCs. Dessa maneira, o principal objetivo do estudo será determinar se SCs deficientes em autofagia sofrem miogênese in vitro e se as células deficientes em autofagia podem efetivamente regenerar o músculo esquelético in vivo. | |
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