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Papel dos glicocorticóides na regulação de Redd1, um inibidor da síntese proteica muscular, em resposta ao estresse térmico

Processo: 16/24177-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2017
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2019
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Metabolismo e Bioenergética
Pesquisador responsável:Luiz Carlos Carvalho Navegantes
Beneficiário:Vinicius Taboni Lisboa
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Atrofia muscular   Sistema musculoesquelético   Proteólise   Glucocorticoides   Endocrinologia   Baixa temperatura   Efeitos da temperatura

Resumo

As respostas adaptativas ao frio envolvem uma série de alterações endócrinas, metabólicas, cardiovasculares e comportamentais. Estudos recentes de nosso laboratório demonstraram que a exposição ao frio em ratos resulta em ativação da proteólise e inibição da síntese proteica da musculatura esquelética. No entanto, os mecanismos moleculares responsáveis por estes efeitos catabólicos ainda não são conhecidos. Portanto, o presente trabalho tem como objetivo avaliar o papel dos glicocorticóides na regulação de Redd1 (Regulada em danos ao DNA e desenvolvimento 1) como um possível mecanismo inibitório da síntese proteica muscular em resposta ao estresse térmico. Para isso, procederemos a quantificação da velocidade de síntese proteica muscular, a qual será correlacionada à expressão gênica (RT-PCR) e proteica (Western blotting) de Redd1, assim como as proteínas envolvidas na sua via de sinalização em diferentes músculos esqueléticos de camundongos adrenalectomizados expostos ao frio (quatro graus Celsius) por 3h. O efeito do tratamento in vivo e in vitro (células musculares C2C12) com dexametasona, um glicocorticoide sintético, sobre genes e proteínas também será investigado. Tendo em vista que Redd1 pode modular a autofagia em outros tecidos, este processo será avaliado por meio da análise do conteúdo das proteínas LC3I/II e do fluxo autofágico in vivo. A compreensão desses mecanismos poderá contribuir para o combate ao catabolismo proteico muscular em situações de estresse. (AU)

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