| Processo: | 19/22587-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2020 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2023 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina |
| Pesquisador responsável: | Luiz Henrique da Silva Nali |
| Beneficiário: | Luiz Henrique da Silva Nali |
| Instituição Sede: | Universidade de Santo Amaro (UNISA). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Camila Malta Romano ; Carla Regiani Conde ; Ester Cerdeira Sabino |
| Assunto(s): | Epidemiologia Virologia médica Influenza humana Rhinovirus Metapneumovirus Adenovírus humanos Betacoronavirus SARS-CoV-2 Genomas Doenças respiratórias Epidemiologia molecular Doenças transmissíveis Creches Crianças |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | creches | Epidemiologia | Epidemiologia Molecular | vírus respiratórios | Virologia médica |
Resumo
Os vírus respiratórios representam uma parcela significante de infecções respiratórias, especialmente durante a infância. Ainda, muitas dessas infecções podem culminar em internações e, hoje no Brasil, infecções respiratórias contam como a 5ª maior causa de morte. Além disso, muitos vírus respiratórios, que podem resultar em infecções mais severas, não são prevenidos através de vacinas. Vale destacar que recentemente fomos acometidos pela pandemia do SARS-CoV-2. Compreender a dinâmica de transmissão desses vírus em ambientes com mass gathering, como creches, pode auxiliar em estratégias que possivelmente contribuirão para adotar formas de prevenção a fim de diminuir o risco de transmissões virais. Vale ressaltar que a região do extremo sul de São Paulo é uma das mais populosas e mais carentes do município. Portanto, o objetivo desse estudo é investigar a frequência de infecção por vírus respiratórios durante períodos específicos do ano em creches da zona sul de São Paulo. Ainda, pretende-se, determinar possíveis genótipos circulantes nas creches e possíveis rotas de transmissão desses vírus e, se possível, colaborar para estabelecer intervenções para controle dessas infecções virais respiratórias. Para tal, visitas periódicas serão realizadas nas creches participantes do estudo. Lá, serão coletadas amostras de swab nasal de crianças, funcionários e possivelmente dos pais das crianças. As amostras serão triadas para Influenza A, H1N1 suíno, Influenza B, Rhinovírus, Coronavírus (NL63, 229E, OC43, HKU1 e SARS-CoV-2), Parainfluenza 1, 2, 3 e 4, Metapneumovírus A/B, Adenovírus, Bocavírus, Vírus Sincicial Respiratório A/B, Parechovirus humano. Ainda, as amostras positivas serão encaminhadas para o sequenciamento de próxima geração a fim de obter a sequência completa do genoma de todos os vírus e averiguar quais genótipos estão circulantes, bem como identificar possíveis rotas de transmissão de determinados vírus. (AU)
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