| Processo: | 19/27754-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2020 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2020 |
| Área de conhecimento: | Engenharias - Engenharia Química - Tecnologia Química |
| Pesquisador responsável: | Maria Angélica Martins Costa |
| Beneficiário: | Airton dos Santos Olimpio Dias |
| Instituição Sede: | Instituto de Química (IQ). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Poluição do ar Material particulado Poluentes Deposição atmosférica Amostras de ar Análise química São Paulo |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | análise química | Concentração | deposição seca | fluxo de deposição | material particulado | poluentes | Amostragem de poluição do ar |
Resumo Este estudo tem como objetivo determinar o fluxo de deposição seca para os íons presentes no material particulado fino para as localidades agrícolas e urbanas na região central do estado de São Paulo. Serão avaliadas a concentração, distribuição de tamanho e a caracterização química do material particulado (PM) relacionando com as possíveis fontes emissoras. Este levantamento, adicionado a determinação das massas de trajetórias do ar, poderá indicar se o material particulado amostrado sofreu a influência do transporte de regiões industriais ou com expressivo número de queimadas abertas. As curvas de velocidade de deposição seca serão calculadas utilizando os modelos de Zhang et al. (2001) e Nho-Kim, Michou e Peuch (2004) associadas as categorias do uso da terra (LUC) onde pode haver a deposição seca para as diferentes as estações do ano. As amostragens serão realizadas no laboratório de monitoramento ambiental e meteorológico (Unesp - Araraquara), utilizando um amostrador ótico e um impactador de cascata. Os testes de amostragem serão feitos a cada quinze dias, exceto nos dias de chuva, durante os anos de 2020 e 2021. Os resultados quantificarão os fluxos de espécies presentes no PM via deposição seca em localidades que podem sofrer danos à saúde e ambientais e as possíveis modificações de suas propriedades. Assim torna-se importante a avalição das emissões de material particulado, bem como os fluxos de deposição das espécies iônicas para avaliar os impactos das ações antropogênicas em regiões onde o uso de combustíveis industriais a base de biomassa se intensificam. | |
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