| Processo: | 20/02614-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2021 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2023 |
| Área do conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Química - Química Inorgânica |
| Pesquisador responsável: | Marian Rosaly Davolos |
| Beneficiário: | Marian Rosaly Davolos |
| Instituição Sede: | Instituto de Química (IQ). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Araraquara |
| Pesquisadores associados: | Airton Germano Bispo Júnior ; Ana Maria Pires ; Luís António Ferreira Martins Dias Carlos ; Maria Rute de Amorim e Sá Ferreira André ; Sergio Antonio Marques de Lima |
| Assunto(s): | LED Luminescência Luminóforos Silicatos Terras raras |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Diodos Emissores De Luz | Iluminação de estado sólido | luminescência | luminóforos | silicatos | Terras Raras | espectroscopia de compostos inorgânicos |
Resumo
Diodos emissores de luz branca (WLEDs) são as principais fontes de luz branca para iluminação, luz de tráfico ou luz de fundo de telas devido à longa vida útil (50.000 h), alto brilho (800 lm) e eficácia luminosa (150 lm·w-1), baixo consumo energético (8,5 W), custo benefício favorável (60 dólares de gasto durante 20 anos) e propriedades ambientalmente amigáveis comparados a lâmpadas incandescentes e fluorescentes. Entretanto, alguns inconvenientes relacionados a qualidade da cor branca ainda precisam ser melhorados, já que o principal WLED disponível comercialmente apresenta coloração branca azulada, classificada como luz branca fria, danosa para o ser Humano, levando em consideração a regulação do ritmo circadiano. Para superar este problema, novas estratégias baseadas na fabricação de WLEDs combinando chips de LEDs UV e luminóforos emissores de luz branca têm-se emergido no campo de iluminação de estado solido. Neste caso, os principais desafios são fabricar luminóforos que combinem altos rendimentos quânticos de emissão (> 50%), emissão de luz branca quente com alto índice de renderização de cor (> 90) e alta estabilidade térmica da luminescência. Assim, esta proposta lida com a fabricação de novos luminóforos emissores de luz branca baseados em Sr3SiO5 ou Ca2MgSi2O7 dopados com Ce3+, Tb3+ e Eu3+ ou Ce3+, Eu2+ e Mn2+, visando combinar a emissão azul do Ce3+, verde do Tb3+ e vermelha do Eu3+ ou azul do Ce3+, verde do Eu2+ e vermelha do Mn2+ nestas matrizes. O Ce3+ ainda terá o papel de sensibilizador da luminescência do Eu3+, Tb3+ e Mn2+. O principal desafio desta proposta será a otimização das concentrações dos ativadores luminescentes, a fim de favorecer os processos de transferência de energia, acarretando emissão de luz branca com alto rendimento quântico (> 50 %). Os luminóforos serão combinados a LEDs UV, para fabricar os dispositivos WLEDs com temperatura de cor correlacionada (< 3.500 K), índice de renderização de cor (> 90) e alta eficácia luminosa (> 100 lm·W 1) requeridos para aplicação de luz branca quente em iluminação noturna. (AU)
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