| Processo: | 20/10764-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2020 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2021 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Botânica - Fisiologia Vegetal |
| Pesquisador responsável: | Gustavo Henrique Ribeiro da Silva |
| Beneficiário: | Sarah Corrêa Barrochelo |
| Instituição Sede: | Faculdade de Engenharia (FE). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Bauru. Bauru , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Sustentabilidade Fertilizantes biológicos Esgotos sanitários Águas residuárias Microalgas Amaranthus |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Sustentabilidade | Fertilizante |
Resumo Devido ao crescimento populacional, toneladas de águas residuárias são geradas anualmente. Atualmente, a maioria dos sistemas de saneamento empregados não leva em consideração o ciclo de nutrientes, energia e água de forma sustentável, fazendo com que haja desperdício de substâncias e emissão de cargas poluidoras residuais no meio ambiente. Isto faz com que novos modelos e ferramentas sejam criadas e testadas para que haja menos desperdício de recursos tão preciosos e que ainda possuem grande utilidade. As águas residuárias são ricas em nutrientes minerais os quais poderiam ser recuperados e usados como fertilizantes para as culturas. Como exemplo de minerais desperdiçados, podemos citar o fósforo e o nitrogênio que estão presentes nestas águas residuárias em grande quantidade. As microalgas surgem como uma ótima opção para recuperar estes nutrientes perdidos nos atuais sistemas de tratamento de esgoto contribuindo para redução da emissão de gases de efeito estufa através da fotossíntese além de recuperarem os nutrientes minerais, convertendo-os em biomassa algal. Além de serem úteis para a recuperação de nutrientes do esgoto, as microalgas possuem uma biomassa que contém altas concentrações de proteínas, lipídios, vitaminas, além do nitrogênio e fósforo que são elementos essenciais para o desenvolvimento das plantas. Assim, o objetivo deste projeto é avaliar a viabilidade do uso de microalgas crescidas em águas residuárias como biofertilizantes no crescimento de Amaranthus cruentus L., uma planta de interesse econômico. Especificamente, serão analisados as trocas gasosas, pigmentos fotossintéticos, produção de biomassa na parte aérea e conteúdo mineral das folhas. Desta forma, espera-se dar um destino aos nutrientes recuperados possibilitando o fechamento do ciclo de nutrientes, contribuindo para uma economia circular. | |
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