| Processo: | 21/04746-3 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2021 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2022 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia |
| Pesquisador responsável: | Erick José Ramo da Silva |
| Beneficiário: | Erick José Ramo da Silva |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Botucatu |
| Pesquisadores associados: | Margarida Sâncio da Cruz Fardilha |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 22/00605-9 - Preparo de amostras de espermatozoides de camundongos para ensaios de Western blot e imunofluorescência., BP.TT |
| Assunto(s): | Reprodução humana Anticoncepção Espermatozoides Motilidade espermática Interação proteína-proteína Semenogelina Interactoma |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Contracepção | Eppin | Espermatozóide | interactoma | Farmacologia da Reprodução |
Resumo
Cerca de 30% dos casais que utilizam métodos para contracepção fazem uso dos dois únicos métodos masculinos disponíveis: preservativo e vasectomia, os quais apresentam problemas de eficácia e reversibilidade, respectivamente. Dessa forma, há uma demanda reprimida por novos métodos de contracepção masculina, cuja entrada no mercado contribuirá para a promoção do planejamento familiar e da saúde reprodutiva dos casais. Interações proteína-proteína com papéis regulatórios na função espermática são alvos atraentes para o desenvolvimento de métodos farmacológicos radicalmente inovadores para contracepção masculina. A interação entre a proteína espermática EPPIN (Epididymal protease inhibitor) com a proteína seminal SEMG1 (semenogelina-1) resulta na inibição temporária da motilidade do espermatozoide recém-ejaculado. A atividade inibitória da motilidade espermática por compostos que se ligam à EPPIN confirmou sua susceptibilidade à intervenção farmacológica para fins contraceptivos. Nesse cenário, o melhor conhecimento sobre os mecanismos pelos quais a EPPIN regula a motilidade espermática, bem como do seu perfil de interação proteína-proteína, contribuirá para seu desenvolvimento como alvo de fármacos espermostáticos. Neste projeto temos como objetivo investigar o interactoma da EPPIN no espermatozoide humano, para compreender suas interações moleculares e os mecanismos responsáveis pela modulação da função espermática. Identificaremos as potenciais proteínas parceiras da EPPIN no espermatozoide por ensaios de co-imunoprecipitação seguida de espectrometria de massas quantitativa. Validaremos os resultados, determinaremos as sequências da EPPIN envolvidas nessas interações por ensaios moleculares, de interação proteína-proteína e avaliaremos sua estabilidade relativa no espermatozoide ejaculado em modelo experimental de camundongo. Este projeto ampliará o horizonte de exploração farmacológica de interações proteína-proteína no espermatozoide para contracepção masculina, contribuindo para o desenvolvimento de métodos inovadores baseados na inibição da função espermática. (AU)
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