| Processo: | 21/06129-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2021 |
| Data de Término da vigência: | 28 de junho de 2024 |
| Área de conhecimento: | Engenharias - Engenharia Sanitária - Tratamentos de Águas de Abastecimento e Residuárias |
| Pesquisador responsável: | Marcos Roberto de Vasconcelos Lanza |
| Beneficiário: | Beatriz Tavoloni Marin |
| Instituição Sede: | Instituto de Química de São Carlos (IQSC). Universidade de São Paulo (USP). São Carlos , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 17/10118-0 - Estudo e aplicação da tecnologia eletroquímica para a análise e a degradação de interferentes endócrinos: materiais, sensores, processos e divulgação científica, AP.TEM |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 22/15491-9 - Aplicação de eletrodo de difusão gasosa suportado em tecido de carbono para a co-geração de radicais oxidantes em um reator eletroquímico para degradação de antibióticos, BE.EP.IC |
| Assunto(s): | Tratamento de águas residuárias Tecnologias eletroquímicas Resistência microbiana a medicamentos Antibióticos Peróxido de hidrogênio Aço inoxidável Cromatografia por troca iônica Cromatografia líquida de alta eficiência |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Degradação de Antibióticos | Eletrodo de Difusão Gasosa | Eletrogeração de Peróxido de Hidrogênio | peróxido de hidrogênio | Processo de Tratamento de Efluente | Técnicas avançadas de tratamento de águas residuárias |
Resumo A contaminação de águas e esgotos por antibióticos pode acarretar em diversos problemas aos seres humanos e à biota animal, visto que, devido à sua ação como interferente endócrino, eles podem provocar o aumento da resistência microbiana em ambientes aquáticos, bem como a menor eficiência de tratamentos de efluentes convencionais. Para resolver isto, a tecnologia eletroquímica é uma alternativa eficiente, já que ela apresenta uma alta eficiência elevada para a remoção de compostos recalcinantes, como os antibióticos, através da utilização de um radical de hidroxila livre (*OH), que é gerado a partir do peróxido de hidrogênio (H2O2) em um eletrodo de difusão gasosa (EDG). Estes eletrodos normalmente são sintetizados entre duas telas metálicas de aço inox com uma grande quantidade de massa catalítica em altas pressões e temperaturas. Contudo, neste projeto será desenvolvido um EDG suportado em tecido de carbono e tem como objetivo otimizar padrões, tais como a quantidade e a composição da massa catalítica, a pressão e a temperatura. Tudo isso além de impulsionar a eletrogeração de H2O2, em células eletroquímicas, e aumentar a eficiência do tratamento eletroquímico na degradação de antibióticos, como o Sulfametoxazol. Para isso, o monitoramento será avaliado utilizando cromatográfica líquida de alta eficiência (HPLC) com detector UV/Vis, teor de carbono orgânico total (TOC) e cromatografia iônica (IC). | |
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