| Processo: | 21/14161-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2022 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2028 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Odontologia |
| Pesquisador responsável: | Marília Afonso Rabelo Buzalaf |
| Beneficiário: | Carolina Ruis Ferrari |
| Instituição Sede: | Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB). Universidade de São Paulo (USP). Bauru , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 19/26070-1 - Modulação da película adquirida do esmalte e do biofilme para o controle da perda mineral dentária: desvendando mecanismos e possibilitando terapias, AP.TEM |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 24/14291-1 - Explorando os efeitos do canestat, uma nova proteína híbrida, na dinâmica e composição do microbioma oral, BE.EP.DD |
| Assunto(s): | Biologia oral Cárie dentária Desgaste dos dentes Erosão dentária Película adquirida Esmalte dentário Cistatinas Hidroxiapatita Desmineralização do dente |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Cárie Dentária | cistatina | desgaste dentário erosivo | Estaterina | Película adquirida do esmalte | Biologia oral |
Resumo A presença da película adquirida do esmalte (PAE) é um dos fatores protetores contra o desgaste dentário erosivo (DDE) e a cárie dentária. Com o avanço de técnicas ômicas, têm-se identificado proteínas ácido-resistentes na PAE, o que tem estimulado procedimentos de "engenharia de película adquirida", focados no enriquecimento desse integumento com proteínas com alta capacidade de ligação à hidroxiapatita, capazes de permanecer a ela ligadas após um desafio ácido. Dentre essas proteínas, destacam-se a CaneCPI-5, uma fitocistatina derivada da cana-de-açúcar, e o Stn15pSpS, um peptídeo contendo os 15 aminoácidos da região N-terminal da estaterina. Inserido nesse contexto, o presente projeto de pesquisa tem por objetivos: 1) Expressar, de forma recombinante, esta proteína híbrida em sistema bacteriano; 2) Avaliar o potencial desta molécula em reduzir a erosão inicial do esmalte in vitro e 3) in vivo, bem como em alterar a composição proteica da PAE e 4) Avaliar o potencial da proteína em alterar o no perfil e viabilidade de biofilme microcosmo, bem como em prevenir a desmineralização do esmalte. (AU) | |
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