| Processo: | 23/16282-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2024 |
| Situação: | Interrompido |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Morfologia - Histologia |
| Pesquisador responsável: | Cristiane Damas Gil |
| Beneficiário: | Diego Dias dos Santos |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 25/13143-1 - Avaliação do peptídeo mimético da anexina A1 como estratégia terapêutica na disfunção do eixo fígado-coração-pulmão induzida por monocrotalina em modelos in vivo e in vitro de hipertensão arterial pulmonar, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Diabetes mellitus Estreptozotocina |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Ac2-26 | diabetes mellitus | estreptozotocina | Fpr | HepG2 | Biologia Estrutural e Funcional |
Resumo A diabetes tipo 1 (DM1) é um problema global de saúde pública, que leva a desregulações sistêmicas que afetam vários tecidos, incluindo complicações hepáticas graves. Dentre as alterações hepáticas, destacam-se deposições anormais de gotículas lipídicas, formação de vacúolos citoplasmáticos e/ou nucleares, danos mitocondriais, aumento da produção de ROS e morte por apoptose. Pacientes com DM2 apresentam níveis plasmáticos elevados de anexina A1 (AnxA1) e, em modelo experimental murino de DM2 a proteína AnxA1 possui papel fundamental para atenuar os efeitos provocados pela resistência à insulina, como a hepatoesteatose. Apesar destes importantes achados, seu papel foi pouco explorado nos hepatócitos na DM1. Assim, o papel da AnxA1 será avaliado na biologia dos hepatócitos por meio de modelos experimentais de DM. A DM1 será induzida pelo fármaco estreptozotocina (STZ) em animais selvagens e nocautes para esta proteína. In vitro, utilizaremos o modelo de hiperglicemia em células hepáticas humanas da linhagem HepG2, tratadas com o peptídeo mimético da AnxA1 (Ac-2-26) com ou sem o pan-antagonista dos receptores para peptídeos formilados (Boc-2). Várias técnicas serão realizadas, tais como morfológicas, imuno-histoquímicas, fluorescência, ensaios para estresse oxidativo, multiplex usando beads magnéticas, dano mitocondrial, metabolômica, entre outros. Os resultados obtidos nesse projeto possibilitarão ampliar o entendimento da ação da AnxA1, tal qual seu peptídeo mimético Ac2-26, na progressão da DM, especialmente nas alterações metabólicas e funcionais do fígado. (AU) | |
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