| Texto completo | |
| Autor(es): |
Ana Carolina Firmino
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Ivan Herman Fischer
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Gabriel Leonardi Antonio
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Quelmo Silva De Novaes
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Hugo José Tozze Júnior
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Edson Luis Furtado
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Número total de Autores: 6
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| Afiliação do(s) autor(es): | [1] Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho". Faculdade de Ciências Agrárias e Tecnológicas - Brasil
[2] Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios - Brasil
[3] Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho". Faculdade de Ciências Agrárias e Tecnológicas - Brasil
[4] Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia. Departamento de Fitotecnia e Zootecnia - Brasil
[5] Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho". Faculdade de Ciências Agrárias e Tecnológicas - Brasil
[6] UNESP. Faculdade de Ciências Agronômicas. Departamento de Proteção Plantas - Brasil
Número total de Afiliações: 6
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| Tipo de documento: | Artigo Científico |
| Fonte: | Arq. Inst. Biol.; v. 83, 2016-12-15. |
| Resumo | |
RESUMO: Frutos de maracujá (Passiflora edulis ) foram encontrados com sintomas de podridão no campo, na cidade de Tanhaçu, Bahia. Após isolamento do patógeno associado a essas podridões, o presente trabalho teve como objetivo realizar a caracterização de um isolado de Ceratocystis de maracujá para melhor compreender esse patossistema. A caracterização molecular foi realizada com base no sequenciamento da região ITS-5.8S rDNA. Realizou-se a caracterização patogênica em mudas e frutos de maracujá. A colonização dos frutos de maracujá foi acompanhada com técnicas de microscopia de varredura (MEV). A análise do DNA do isolado de Ceratocystis mostrou que este pertence à espécie Ceratocystis fimbriata . As mudas de maracujá inoculadas apresentaram lesão 30 dias após a inoculação, e não foram observadas murcha nem morte das plantas inoculadas. Nos frutos não foram constatadas diferenças nas lesões causadas por esse fungo entre os cultivares, com médias de lesões de 1,0 a 2,2 cm de diâmetro, aos 7 e 11 dias, respectivamente. Nas análises realizadas em MEV, foram observadas a germinação dos esporos e a penetração do fungo nos frutos no período entre 2 e 6 horas após a inoculação. Doze e 24 horas após a inoculação foi visualizada a colonização do fruto, tanto externa como internamente, e 48 horas após a inoculação se notou o início da degradação da parede externa da casca do fruto. Noventa horas após a inoculação, observou-se a formação de novos peritécios, tanto na parte interna como na parte externa do fruto. Este estudo vem complementar as informações relacionadas à interação desse fungo com frutos de maracujazeiro. (AU) | |
| Processo FAPESP: | 11/05710-0 - Interação Eucalyptus-Ceratocystis: avaliação de resistência clonal, caracterização de isolados de Ceratocystis e de seu inseto vetor no Brasil |
| Beneficiário: | Ana Carolina Firmino |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |