| Processo: | 06/55318-1 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2006 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2008 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Anatomia Patológica e Patologia Clínica |
| Pesquisador responsável: | Ricardo Nitrini |
| Beneficiário: | Ricardo Nitrini |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Demência Demência frontotemporal Demência vascular Doença de Alzheimer |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Demencia | Demencia Com Corpos De Lewy | Demencia Frontotemporal | Demencia Vascular | Diagnostico Neuropatologico | Doenca De Alzheimer |
Resumo
Existe divergência quanto à prevalência relativa das principais causas de demência em nosso meio. O diagnóstico sindrômico de demência em populações com grande heterogeneidade educacional é bastante difícil, enquanto o diagnóstico nosológico ou da doença responsável pela demência baseia-se no emprego de critérios clínicos de acurácia relativamente baixa, mesmo em bons serviços especializados. Com a constituição do Banco de Encéfalos Humanos do Grupo de Estudos do Envelhecimento Cerebral da Faculdade de Medicina da USP (BEH-ABSG), abriram-se as perspectivas de verificar, em nosso meio: a freqüência dos diagnósticos neuropatológicos em casos suspeitos de demência e de comprometimento cognitivo leve; a influência do gênero, idade, escolaridade e nível sócio-econômico nessa freqüência; a relação entre a intensidade das alterações neuropatológicas e clínicas, e a influência da escolaridade nessa relação. Serão estudados os casos de 243 indivíduos com declínio cognitivo divididos em 4 grupos, de acordo com a intensidade (CDR 0,5 a 3) e 80 indivíduos sem declínio cognitivo. Os diagnósticos clínicos possíveis serão estabelecidos em reunião de consenso de especialistas, utilizando critérios usuais e os diagnósticos neuropatológicos serão estabelecidos de modo análogo por neuropatologistas utilizando métodos imunohistoquímicos. Em ambos os casos, o diagnóstico será estabelecido sem conhecimento do diagnóstico atribuído pelo outro grupo. (AU)
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