| Processo: | 08/07449-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2009 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2011 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Metabolismo e Bioenergética |
| Pesquisador responsável: | Eduardo Alves de Almeida |
| Beneficiário: | Lilian Nogueira |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas (IBILCE). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de São José do Rio Preto. São José do Rio Preto , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 06/03873-1 - Estudo de variacoes bioquimicas em tilapias, como biomarcadores de contaminacao ambiental., AP.JP |
| Assunto(s): | Biodiesel Óleo diesel Peixes |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Biodiesel | Biomarcadores Bioquimicos | cascudos | óleo diesel | poluentes | tilápias | Ecotoxicologia |
Resumo Derivados de petróleo estão entre os contaminantes ambientais mais produzidos no mundo e são os produtos mais toxicologicamente relevantes em relação ao meio aquático. Sabe-se que a presença desses xenobióticos nesse ambiente pode acarretar uma série de conseqüências adversas aos organismos, como efeitos carcinogênicos e toxicológicos. Atualmente, combustíveis fósseis, como o óleo diesel, vêm sendo substituídos gradativamente pelo biodiesel, por ser uma fonte de energia renovável, barata e menos poluente. No Brasil, a partir de 2013, apenas o biodiesel B5 poderá ser utilizado como combustível e na composição de óleos lubrificantes no lugar do petrodiesel. Porém, pouco se sabe sobre a toxicidade desta nova fonte de energia sobre a biota aquática e se ela é mais ou menos nociva que o óleo diesel derivado do petróleo sobre esses organismos. Os possíveis efeitos gerados por este tipo de composto, caso seja tóxico, poderão ser utilizados para se estudar o nível de poluição aquática, pois constituirão biomarcadores de contaminação, ou seja, qualquer resposta biológica a um poluente ambiental medida nos fluídos e tecidos corpóreos de um organismo ou em seus produtos. Muitos compostos derivados do petróleo, dentre eles o óleo diesel, podem ser biotransformados em compostos menos tóxicos pelas monooxigenases, como o complexo multi-enzimático P450. Entretanto, ainda nÜao há estudos sobre os efeitos do biodiesel na atividade do complexo P450. Sabe-se que um aumento na taxa de biotransformação de xenobióticos por P450 pode causar uma produção excessiva de espécies reativas de oxigênio, provocando o estresse oxidativo. Devido às características intrínsecas de cada espécie, como hábito de vida, taxas de biotransformação e atividade de sistemas bioquímicos de defesa, diferentes organismos podem apresentar respostas distintas aos contaminantes. Sendo assim, este trabalho pretende analisar comparativamente as respostas bioquímicas que desencadeiam o estresse oxidativo e suas conseqüências, entre duas espécies de peixes, a tilápia do nilo, Oreochromis niloticus, e o cascudo marrom, Pterygoplichthys anisitsi, após a exposição controlada ao biodiesel e compará-las à exposição realizada ao óleo diesel. Dessa forma, analisaremos se existe diferença na toxicidade produzida pelo biodiesel em relação ao petrodiesel nesses organismos. Além disso, verificaremos qual das duas espécies é mais susceptível ao contaminante, visto que a tilápia, por ser de hábito nectônico, terá acesso às frações solúvel e insolúvel dos combustíveis, enquanto o cascudo sendo bentônico, terá acesso apenas à fase solúvel. | |
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