| Processo: | 12/22485-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2015 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Pesquisador responsável: | Marina Politi Okoshi |
| Beneficiário: | Mariana Janini Gomes |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FMB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Sistema musculoesquelético Músculo esquelético Ratos Estresse oxidativo Insuficiência cardíaca |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Estenose Aórtica | Estresse oxidativo | Insuficiência Cardíaca | Músculo esquelético | rato | Clínica Médica Geral |
Resumo Embora o aumento do estresse oxidativo na musculatura esquelética durante a insuficiência cardíaca (IC) já esteja bem caracterizado, as fontes de geração de espécies reativas de oxigênio (EROs), assim como as vias de sinalização pelas quais o estresse oxidativo leva às alterações da musculatura esquelética, ainda não estão completamente esclarecidas. A NADPH oxidase constitui importante fonte geradora de EROs. Estudos sugerem que as vias das proteínas quinases ativadas por mitógeno (MAPKs) e do fator nuclear-ºB (NF-ºB) podem estar envolvidas na resposta muscular ao estresse oxidativo. O exercício físico (EF) tem sido apontado como importante estratégia terapêutica não farmacológica na prevenção e reabilitação de doenças cardiovasculares. Entre seus benefícios, destacam-se os efeitos antioxidantes, decorrentes de aumento na expressão de enzimas antioxidantes e redução das enzimas pró-oxidantes. Somente poucos estudos avaliaram os efeitos do EF na IC induzida por estenose aórtica. Não identificamos trabalhos que tenham analisado os efeitos do EF sobre o estresse oxidativo e as vias de sinalização das MAPK e do NF-ºB na IC. Neste estudo, avaliaremos a influência do EF aeróbio sobre o estresse oxidativo e as vias de sinalização das MAPK e do NF-ºB na musculatura esquelética de ratos com IC induzida por estenose aórtica. Ratos Wistar com 90 a 100 g serão submetidos a toracotomia para indução de estenose aórtica. Vinte semanas após a cirurgia, serão constituídos quatro grupos experimentais: Sham sedentário (Sham-S), Sham exercitado (Sham-Ex), estenose aórtica sedentário (EAo-S) e estenose aórtica exercitado (EAo-Ex). Os grupos exercitados serão submetidos a exercício físico em esteira, cinco vezes por semana, durante oito semanas. Haverá período de adaptação, com aumento gradativo da velocidade e tempo de exercício. A tolerância ao esforço físico será avaliada antes e após o período de treinamento, por teste de esforço máximo. Disfunção ventricular será confirmada por estudo ecocardiográfico e a presença de IC por evidências anátomo-patológicas avaliadas durante a eutanásia. A atividade das enzimas antioxidantes será quantificada no músculo sóleo por espectrofotometria. A atividade da NADPH oxidase e a geração total de EROs serão avaliadas pela quantificação dos produtos derivados de oxidação do dihidroetídio por HPLC. A expressão gênica das subunidades do complexo enzimático NADPH oxidase será analisada por RT-PCR em tempo real. Proteínas das vias MAPK e do NF-ºB serão mensuradas por Western blot. Análise estatística: ANOVA. | |
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