| Processo: | 13/12290-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2015 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina |
| Pesquisador responsável: | Claudia Kimie Suemoto |
| Beneficiário: | Daniela Souza Farias Itao |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Inflamação Doença da artéria coronariana Resposta inflamatória |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Células inflamatórias | Doença Arterial Coronariana | Inflamação | Tecido adiposo epicárdico | Patologia Cardiovascular |
Resumo Introdução: A doença arterial coronariana (DAC) é uma das principais causas de morbimortalidade no mundo. Estudos que investiguem a sua fisiopatologia são importantes para a prevenção e tratamento desta doença. A inflamação no tecido adiposo epicárdico (TAP) parece estar associada com a DAC. Contudo, a relação de proximidade entre a DAC e a inflamação no TAP não foi esclarecida em estudos anteriores devido a limitações metodológicas. Objetivo: Investigar a associação entre inflamação no TAP e a presença de aterosclerose em artérias coronarianas num estudo clinicopatológico. Métodos: Trata-se de um estudo observacional de corte transversal que será desenvolvido no Serviço de Verificação de Óbitos da Capital da cidade de São Paulo. Numa amostra estimada de 78 casos, serão amostradas as artérias coronárias (tronco esquerdo, descendente anterior, circunflexa e direta) no local de sua maior obstrução. Os casos serão subdivididos em três grupos: controle, DAC aguda e DAC crônica, de acordo com o grau de obstrução observado e critério anatomopatológico de classificação da placa de ateroma. Serão coletadas também amostras do TAP suprajacentes ao fragmento da artéria coronária analisada e tecido adiposo visceral abdominal perirrenal e subcutâneo, que servirão como um controle externo à inflamação epicárdica. As células inflamatórias (macrófagos, linfócitos B e T) serão quantificadas através da utilização de imunoistoquímica. A quantidade de células inflamatórias será comparada entre os três grupos. | |
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