| Processo: | 14/00159-2 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2017 |
| Área do conhecimento: | Engenharias - Engenharia de Materiais e Metalúrgica |
| Pesquisador responsável: | Alessandra Cremasco |
| Beneficiário: | Alessandra Cremasco |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Aplicadas (FCA). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Limeira , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Limeira |
| Pesquisadores associados: | Éder Sócrates Najar Lopes ; Wislei Riuper Ramos Osorio |
| Assunto(s): | Biomateriais Ligas de titânio Corrosão dos materiais Nanotubos Tratamento de superfícies |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Biomateriais | corrosão | ligas de titânio | NANOTUBOS DE TiO2 | tratamentos superficiais | modificação superfícial |
Resumo
Este trabalho tem como objetivo contribuir para o desenvolvimento de ligas de titânio destinada a implantes ortopédicos avaliando o comportamento eletroquímico de superfícies nanoestruturadas de TiO2. Ligas metaestáveis possuem propriedades atraentes para uso como materiais de implantes biomédicos. Tais ligas são facilmente deformáveis a frio e quando submetidas ao tratamento térmico de recozimento e envelhecimento é possível obter uma combinação ideal de baixo módulo de elasticidade e superior resistência mecânica em função da redução de tamanho de grão e combinação de fases. Ao mesmo tempo, as características da superfície destas ligas devem ser otimizadas para garantir boa interação entre o osso e o material do implante. Assim, a formação de uma fina camada nanoestruturada de TiO2 pode ser favorável por aumentar a biocompatibilidade e resistência a corrosão e com isso estimular o crescimento ósseo. Amostras de ligas Ti-Nb-Sn e Ti-Nb-Zr serão preparadas em forno a arco voltaico, homogeneizadas em altas temperaturas, deformadas plasticamente a frio e recristalizadas. Na sequência, após caracterização microestrutural e mecânica, essas amostras seguirão rotas de anodização eletroquímica e tratamentos térmicos que permitem formar uma camada de TiO2 nanoestruturada, amorfa ou cristalina, e com isso alterar as características de corrosão a ser avaliados por polarização anódica e impedância eletroquímica. (AU)
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