| Processo: | 14/07266-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 25 de julho de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 06 de outubro de 2014 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Morfologia - Citologia e Biologia Celular |
| Pesquisador responsável: | Rejane Maira Góes |
| Beneficiário: | Marina Guimarães Gobbo |
| Supervisor: | Nishtman Dizeyi |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas (IBILCE). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de São José do Rio Preto. São José do Rio Preto , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Skåne University Hospital, Malmö (SUS), Suécia |
| Vinculado à bolsa: | 11/19467-0 - Administração de melatonina durante a maturação sexual: influência na histofisiologia da próstata adulta e papel protetor contra os danos causados pelo diabetes experimental, BP.DR |
| Assunto(s): | Próstata Melatonina |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | células tumorais prostáticas | LNCaP | Meio hiperglicêmico | melatonina | Pc3 | Próstata | Biologia da Reprodução |
Resumo O diabetes experimental ocasiona drástica atrofia prostática e prejuízo da atividade secretória da próstata. Esse prejuízo é associado ao desequilíbrio na cinética epitelial, remodelamento da matriz extracelular e mudanças morfofuncionais das células estromais prostáticas. Há também um aumento na incidência de neoplasias intraepiteliais (PIN) e lesões malignas na próstata após 3 meses de diabetes experimental. Entretanto, a associação entre o diabetes e o câncer de próstata ainda é controversa. Essas alterações são relacionadas à falta de insulina, queda nos níveis séricos de testosterona e baixos níveis intracelulares de glicose. Contudo, é importante não negligenciar os efeitos da hiperglicemia que indiretamente culminam no aumento do estresse oxidativo. A melatonina (MLT), além de ser um potente antioxidante e antiinflamatório, possui propriedades antiproliferativas as quais são bem descritas para células cancerígenas prostáticas. As células tumorais prostáticas dependentes de andrógenos exibem sensitividade diferente à MLT comparadas às linhagens independentes. Estudos in vivo realizados pela bolsita demonstram o papel antioxidante da MLT na próstata de animais diabéticos por curto e longo prazo. Essa mesma pesquisa demonstrou que a administração prolongada de baixas doses de MLT a ratos diabéticos por dois meses acarretou diminuição dos níveis apoptóticos, aumento dos níveis proliferativos, normalização da frequência de células AR-positivas e níveis séricos de testosterona. Há uma escassez de trabalhos com células tumorais prostáticas em condições hiperglicêmicas. Além da importância do estágio no exterior para a carreira de pesquisador e melhor qualidade da investigação, torna-se, portanto relevante analisar a ação isolada da MLT em células dependentes de andrógenos (LNCaP) e independentes (PC3) em meio hiperglicêmico para melhor compreensão dos nossos dados já obtidos in vivo. Este estudo irá analisar se o meio hiperglicêmico interfere na ação da MLT na resposta proliferativa e apoptótica de células tumorais LNCaP e PC3. O uso de duas linhagens celulares diferentes irá esclarecer se esses mecanismos são regulados por sinalização androgênica nessas condições. (AU) | |
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