| Processo: | 15/06072-9 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2018 |
| Área do conhecimento: | Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Medicina Veterinária Preventiva |
| Pesquisador responsável: | Lara Borges Keid |
| Beneficiário: | Lara Borges Keid |
| Instituição Sede: | Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA). Universidade de São Paulo (USP). Pirassununga , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Pirassununga |
| Pesquisadores associados: | Rodrigo Martins Soares |
| Assunto(s): | Brucella canis Testes sorológicos Zoonoses Cães Brucelose |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Brucella canis | Brucelose | Cães | Cultivo microbiológico | Diagnóstico Sorológico | reação em cadeia pela polimerase | Zoonoses |
Resumo
A brucelose canina, causada pela Brucella canis, é uma infecção de caráter crônico, responsável por problemas reprodutivos nos cães. A infecção apresenta relevância nas criações comerciais, pois pode atingir elevada prevalência em populações caninas confinadas, acarretando prejuízos econômicos. A brucelose canina constitui uma zoonose com importância do ponto de vista de saúde pública, devido ao estreito convívio estabelecido entre o cão e o homem na atualidade. A infecção é de difícil tratamento nos cães e não há vacina para a sua prevenção, de maneira que o diagnóstico laboratorial constitui ferramenta essencial para a profilaxia da infecção, por permitir a identificação e a segregação dos cães infectados. Os testes sorológicos comumente utilizados para o diagnóstico da infecção são as provas de soroaglutinação rápida com e sem o uso do 2-mercaptoetanol (SAR e SAR-2ME, respectivamente) e a imunodifusão em gel de ágar (IDGA). Porém, estes testes, apresentam problemas de sensibilidade e especificidade, dificultando o diagnóstico infecção e conseqüentemente a implementação de ações para seu controle e prevenção. Outros formatos de testes laboratoriais vêm sendo empregados no diagnóstico, apresentando desempenho variável, como os ensaios imunoenzimáticos (ELISA) na fase líquida e na fase sólida e a reação de imunofluorescência indireta (RIFI). Tendo em vista as dificuldades relativas ao diagnóstico laboratorial da brucelose canina causada pela B. canis, o presente projeto tem como objetivo a padronização e a validação de testes laboratoriais indiretos e diretos para o diagnóstico da brucelose utilizando-se cães naturalmente infectados, na tentativa de selecionar a combinação de testes laboratoriais que possibilite uma identificação acurada de animais acometidos nas diferentes fases da infecção (presença e ausência de bacteremia). Serão padronizados os seguintes diagnósticos laboratoriais: ELISA indireto utilizando-se como antígeno a proteína BP26 recombinante de B. abortus para o diagnóstico sorológico, cultivo microbiológico em amostras de aspirados de linfonodos e suabes conjuntivais, reação em cadeia pela polimerase (PCR) convencional e em tempo real e reação de amplificação isotérmica do DNA mediada por looping (LAMP) para a detecção direta da infecção em amostras de sangue, aspirados de linfonodos, sêmen e suabes vaginais e conjuntivais. Os resultados obtidos nestes testes serão comparados aos resultados obtidos no cultivo microbiológico em amostras de sangue, sêmen e suabes vaginais e em ensaios sorológicos utilizando kits comerciais para o diagnóstico da infecção disponíveis no mercado brasileiro. Os testes serão avaliados em animais naturalmente infectados. (AU)
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