| Processo: | 15/06238-4 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2018 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Microbiologia - Microbiologia Aplicada |
| Pesquisador responsável: | Silvio Silvério da Silva |
| Beneficiário: | Silvio Silvério da Silva |
| Instituição Sede: | Escola de Engenharia de Lorena (EEL). Universidade de São Paulo (USP). Lorena , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Lorena |
| Pesquisadores associados: | Carlos Augusto Rosa ; Fernando Carlos Pagnocca ; Júlio César dos Santos |
| Assunto(s): | Biossurfactantes Resíduos agroindustriais Hidrolisado hemicelulósico Leveduras |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Biossurfactantes | Hidrolisado hemicelulósico | Leveduras | resíduos agroindustriais | Microbiologia Industrial e Fermentação |
Resumo
Nos últimos anos, tem-se buscado a viabilização do conceito de biorrefinarias lignocelulósicas a partir do uso da biomassa vegetal, principalmente os subprodutos agrícolas e agroindustriais. Trabalhos de pesquisas utilizando material lignocelulósico como matéria-prima têm sido direcionados à produção de etanol de segunda geração, havendo no entanto, a necessidade de diversificação dos produtos obtidos nas biorrefinarias, para a consolidação dessas novas plataformas tecnológicas no cenário nacional. Nesse contexto, os biossurfactantes apresentam-se como alternativas viáveis para uma nova concepção de produtos a ser considerada no desenvolvimento dessas biorrefinarias. Os biossurfactantes são metabólitos microbianos com propriedades tensoativas, emulsificantes e antimicrobianas, que apresentam uma vasta aplicação, abrangendo as indústrias química, farmacêutica, alimentícia, petrolífera e até mesmo a agricultura. O presente projeto, a ser executado em duas fases, tem como principal objetivo a produção biotecnológica de biossurfactantes utilizando leveduras, como agentes de fermentação e subprodutos agrícolas e da agroindústria, como fontes de carbono. Os biossurfactantes serão primeiramente obtidos e caracterizados e, posteriormente, numa segunda fase, serão desenvolvidos bioinseticidas e nanopartículas, visando futura aplicação no combate e tratamento de doenças tropicais negligenciadas, tais como a dengue, leishmaniose e esquistossomose. (AU)
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