| Processo: | 15/21520-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Odontologia |
| Pesquisador responsável: | Pablo Agustin Vargas |
| Beneficiário: | Gleyson Kleber do Amaral Silva |
| Instituição Sede: | Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Piracicaba , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Ameloblastoma Patologia bucal Mandíbula Proteínas proto-oncogênicas c-bcl-2 Reparo do DNA Antígeno Ki-67 |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Ameloblastoma | antígeno Ki-67 | proteínas de proto-oncogene bcl-2 | reparo do DNA | Patologia oral |
Resumo O ameloblastoma é um tumor odontogênico de crescimento lento, porém localmente infiltrativo, afetando preferencialmente a região posterior de mandíbula. A sua contraparte maligna, o carcinoma ameloblástico, pode surgir de novo ou desenvolver-se de um ameloblastoma prévio, estando associado a um alto índice de recidivas e metástases linfonodal e a distância. Embora sejam raros, ambos representam os tumores odontogênico benigno e maligno mais frequentemente diagnosticados nos principais serviços de Patologia Oral. Os mecanismos moleculares envolvidos com a etiopatogenia são pouco conhecidos, e apesar de alterações no sistema de reparo do DNA, na regulação da atividade apoptótica e no índice de proliferação celular favorecer o desenvolvimento de diferentes neoplasias humanas, a importância destes no desenvolvimento do ameloblastoma e do carcinoma ameloblástico ainda carece de estudos. Desta forma, o presente projeto objetiva analisar a expressão das proteínas de reparo do DNA hMutS e hMutL, assim como a proteína anti-apoptótica Bcl-2 e o fator de proliferação celular Ki-67 em ameloblastomas e carcinomas ameloblásticos, determinando a importância destes marcadores para o desenvolvimento e o comportamento clínico destas neoplasias. Para isto, reações imunoistoquímica serão realizadas em 10 amostras de germes dentários normais, 70 casos de ameloblastoma e 10 casos de carcinoma ameloblástico. Os resultados serão quantificados com o auxílio de algoritmos digitais e finalmente correlacionados com parâmetros clinicopatológicos obtidos dos prontuários dos pacientes. Ao término desta pesquisa espera-se encontrar diferentes perfis de expressão proteica entre os grupos estudados, que resultem no melhor entendimento da patogênese das lesões e que auxiliem na determinação prognóstica e diagnóstica destas neoplasias. (AU) | |
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