| Processo: | 15/23072-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Educação Física |
| Pesquisador responsável: | Hamilton Augusto Roschel da Silva |
| Beneficiário: | Diogo Bassinello Bonoli do Carmo |
| Instituição Sede: | Escola de Educação Física e Esporte (EEFE). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 16/18901-2 - Efeito da carnosina sobre a atividade da SERCA, BE.EP.IC |
| Assunto(s): | Nutrição esportiva Suplementação alimentar beta-Alanina Carnosina Força muscular Resistência Eficiência Teste de Tukey |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | B-Alanina | suplementação nutricional | treino de força | Nutrição Esportiva |
Resumo A carnosina é sintetizada pela carnosina sintetase a partir da histidina e da beta-alanina, sendo a última, o fator limitante para a síntese ótima de carnosina. A suplementação de beta-alanina induz aumentos significativos de carnosina no músculo esquelético, otimizando a regulação ácido-base (função inerente à carnosina). Diversos estudos têm mostrado que a suplementação de beta-alanina é ergogênica para atividades predominantemente anaeróbias limitadas pela acidose muscular. Neste sentido, o treinamento de força (TF) constitui uma das atividades que poderiam se beneficiar desta estratégia nutricional, já que há evidências suficientes para inferir que um dos fatores limitantes para o desempenho de resistência de força também seja a acidose muscular. Assim, este trabalho tem por objetivo analisar o desempenho de força antes e após quatro semanas de suplementação de beta-alanina. Para isso, vinte adultos jovens (18 - 30 anos) do sexo masculino, serão selecionados e submetidos a sessões de familiarização aos testes de desempenho de força de forma a garantir a reprodutibilidade dos dados. Os indivíduos serão considerados familiarizados quando a variação no desempenho entre sessões de familiarização for menor que 5%. Após familiarizados, os sujeitos serão alocados de maneira randômica em um de 2 grupos, 1) beta-alanina (BA) ou 2) maltodextrina (placebo) (PL), e submetidos a testes basais de força dinâmica máxima (1-RM) e resistência de força (número máximo de repetições realizadas em 8 séries do exercício leg-press a 70% de 1-RM até a falha concêntrica). Logo após a realização das avaliações pré-intervenção (PRÉ), os voluntários iniciarão o programa de suplementação, com duração de 28 dias. Os grupos BA e PL receberão, em tabletes de absorção lenta, 6,4 gramas/dia de suplemento por dia em 2 doses de 800 miligramas, 4 vezes ao dia, com intervalos de 3 a 4 horas entre cada ingestão. Após o período de suplementação (PÓS) será feita a reavaliação do desempenho de força. Durante os testes de resistência de força PRÉ e PÓS intervenção, amostras de sangue (5 ml) serão colhidas no repouso, após a quarta e oitava séries e 5 minutos após o teste de resistência de força para a determinação do pH, lactato e bicarbonato sanguíneos. Os dados serão testados quanto à normalidade e tratados para estatística descritiva básica. A comparação do efeito da suplementação sobre o volume de exercício será feita através de modelos mistos com medidas repetidas, assumindo 'grupo' e 'tempo' como fatores fixos. Um teste post-hoc de Tukey será empregado para comparações múltiplas em caso de valor-F significante. O nível de significância será estabelecido em p < 0,05. | |
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