| Processo: | 16/08907-3 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2019 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas |
| Pesquisador responsável: | Luciana Venturini Rossoni |
| Beneficiário: | Luciana Venturini Rossoni |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Infarto do miocárdio Tecido adiposo perivascular Reatividade cardiovascular Fisiologia cardiovascular Treinamento físico |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | infarto do miocárdio | Reatividade vascular | tecido adiposo perivascular | treinamento físico | Fisiologia Cardiovascular |
Resumo
O infarto do miocárdio (IM) é uma doença isquêmica que ocorre por deficiência na perfusão do tecido cardíaco, resultando em necrose da parede miocárdica. Apesar da redução no número de óbito em decorrência do IM, esta doença ainda apresenta uma alta incidência, os pacientes que sobrevivem apresentam sinais e sintomas de insuficiência cardíaca (IC) e sequelas como baixa capacidade física. Dentre as alterações encontradas no IM, está à disfunção endotelial que é comum em doenças cardiovasculares e se caracteriza pelo desequilíbrio entre a liberação de fatores contráteis em detrimento dos fatores relaxantes derivados do endotélio. Além do endotélio, a literatura tem demonstrado que o tecido adiposo perivascular (PVAT) é capaz de liberar substâncias vasoativas que apresentam efeito anti-contrátil. Na presença de doenças cardiovasculares o PVAT apresenta um desequilíbrio da sua função. Assim como no endotélio, a disfunção no PVAT ocorre pela redução da liberação dos fatores relaxantes e/ou pelo aumento dos fatores contráteis. Dentre os fatores contráteis podemos citar componentes do sistema renina angiotensina aldosterona (SRAA), que são expressos no PVAT. O SRAA funciona como um mecanismo compensatório, estando aumentado em pacientes e animais infartados, demonstrando assim uma possível relação entre o PVAT e o infarto do miocárdio. Para reverter esses prejuízos promovidos pelo IM, diversas associações relacionadas à saúde têm sugerido, em suas diretrizes, a prática regular de exercício físico como uma ferramenta não farmacológica. O exercício físico regular melhora a sobrevida, a capacidade física, a contratilidade cardíaca, os parâmetros antioxidantes e inflamatórios, além da capacidade de interferir na expressão de adipocinas. Além disso, dados da literatura tem demonstrado que a combinação de exercícios aeróbios e resistidos tem sido eficiente na promoção de benefícios em pacientes infartados. Dentro desse contexto, o atual projeto tem como objetivo avaliar a influência do PVAT na reatividade vascular da aorta de ratos pós-IM submetidos ao treinamento aeróbio e resistido combinados. (AU)
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