| Processo: | 16/11313-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Genética - Genética Animal |
| Pesquisador responsável: | Claudio de Oliveira |
| Beneficiário: | Bruno Francelino de Melo |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 14/26508-3 - Filogenia da hiperdiversa ordem Characiformes (Teleostei: Ostariophysi) utilizando elementos ultraconservados, AP.TEM |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 18/24040-5 - Filogenômica das famílias de Characiformes africanos Alestidae, Citharinidae, Distichodontidae e Hepsetidae, BE.EP.PD |
| Assunto(s): | Classificação Peixes Sistemática Evolução animal |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Classificação | Evolução | Peixes | Sistematica | Sistemática Molecular |
Resumo A ordem Characiformes, um dos principais componentes da ictiofauna de água doce do mundo com mais de 2000 espécies conhecidas, é um dos grupos menos estudado sob o ponto de vista sistemático. Representantes dessa ordem sempre têm grande importância ecológica e econômica nas regiões onde ocorrem, sendo utilizados diretamente para o consumo humano ou na aquariofilia. Um estudo molecular recente, conduzido por nosso grupo de pesquisa, apresentou uma nova hipótese de relações entre Characiformes, propondo o reconhecimento de cinco famílias, não utilizadas anteriormente, e uma nova definição de Characidae. Embora este estudo tenha proporcionado um grande avanço no conhecimento sobre a sistemática de Characiformes, ainda há a necessidade de mais estudos, especialmente em relação a muitos grupos altamente diversos de Characidae e para várias famílias de Characiformes. Uma revisão da literatura revela que também é nítido a necessidade de utilização de novos e mais resolutivos marcadores moleculares, uma vez que muitas das relações entre as famílias ainda são pouco resolvidas. Neste sentido, estamos propondo a reconstrução filogenética em Characiformes, empregando técnicas de sequenciamento de nova geração de elementos ultraconservados (UCEs), cuja utilização na sistemática filogenética tem se mostrada promissora. Assim, o presente projeto contará com uma rede de colaboração já estabelecida entre os laboratórios do Brasil e dos EUA, e deverá ser fundamental para uma melhor compreensão dos grupos monofiléticos que constituem Characiformes, para testar as hipóteses sobre as relações entre as famílias e entre os gêneros de cada uma das famílias, e também da biogeografia histórica do grupo, que hoje é amplamente distribuído em muitas bacias das regiões Etiópica e Neotropical. (AU) | |
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