| Processo: | 17/16999-8 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2019 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular |
| Pesquisador responsável: | Geraldo Santana Magalhães |
| Beneficiário: | Geraldo Santana Magalhães |
| Instituição Sede: | Instituto Butantan. São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Eliana Faquim de Lima Mauro ; Inácio de Loiola Meirelles Junqueira de Azevedo ; Katia Cristina Barbaro Nogueira |
| Assunto(s): | Clonagem Bioatividade Biblioteca gênica Clonagem e expressão |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Atividade biológica | biblioteca de cDNA | centopéia | clonagem | Cryptops iheringi | toxinas recombinantes | clonagem e expressão |
Resumo
As centopeias da classe Chilopoda, também conhecida como lacraias são um grupo de artrópodes venenosos vastamente distribuídos pelo mundo. Por serem animais bem adaptados a áreas urbanas eles frequentemente provocam acidentes em humanos, apesar da pouca relevância médica o envenenamento por lacraias pode causar uma serie de sintomas desagradáveis como dor ardente, parestesia, edema e necrose superficial no local da picada, podendo, em casos raros, evoluir para um quadro grave. Um estudo clínico com pacientes atendidos no Hospital Vital Brazil do Instituto Butantan, mostrou que a maioria dos acidentes com lacraias na área metropolitana de São Paulo foram causados pelos gêneros Cryptops e Otostigmus representando cerca de 90% dos casos. Os sintomas induzidos pelo envenenamento com lacraias mostraram que seu veneno compreende um conjunto natural de proteínas, peptídeos e enzimas com uma rica diversidade de atividades biológicas. Neste sentido, têm sido relatados na literatura que o veneno das lacraias contém vários compostos bioativos, alguns dos quais com potencial interesse terapêutico. No entanto, apesar da importância farmacológica significante, o conhecimento sobre os componentes ativos dos venenos destes animais é pouco conhecido. Portanto, o veneno de lacraias pode ser uma excelente fonte de toxinas ainda desconhecidas e com potencial biotecnológico inexplorado. Considerando que o gênero Cryptops é um dos mais associados a acidentes em humanos e que até o presente momento não há na literatura nenhum estudo sobre as toxinas de seu veneno, neste projeto pretendemos realizar uma análise transcriptômica da glândula de veneno da Cryptops iheringi de forma a obter um perfil das toxinas presente nesta espécie. Os genes de toxinas mais abundantes e interessantes do ponto de vista biotecnológico serão expressos em bactérias e suas atividades biológicas serão avaliadas. (AU)
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