| Processo: | 17/19866-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Pesquisador responsável: | Francisco Rafael Martins Laurindo |
| Beneficiário: | Nathalia Tenguan Silva |
| Instituição Sede: | Instituto do Coração Professor Euryclides de Jesus Zerbini (INCOR). Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 13/07937-8 - Redoxoma, AP.CEPID |
| Assunto(s): | Isomerases de dissulfetos de proteínas Oxirredutases Plasma (líquidos corporais) |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Atividade redutase | dissulfeto isomerase proteica | plasma humano | Fisiologia celular redox |
Resumo A Dissulfeto Isomerase Proteica (PDI) é uma chaperona oxiredutase ditiol-dissulfeto da superfamília tiorredoxina que catalisa a formação e isomerização de pontes dissulfeto como um componente funcional essencial da síntese e processamento de proteínas. Apesar de se localizar primariamente no retículo endoplasmático, a PDI tem sido relatada em outras regiões intracelulares e na superfície celular. A PDI é secretada por diversos tipos celulares e possui um papel de grande relevância em vários processos biológicos, como a formação de trombos após lesão vascular, atividade de plaquetas, e no remodelamento vascular. Alguns estudos têm demonstrado o papel da PDI como tiol redutase na ativação de proteínas plasmáticas envolvidas no processo trombogênico, tornando a PDI um importante e inovador alvo antitrombótico. No entanto, a existência de PDI circulante em condições normais é controversa e sua existência tem sido inclusive questionada. Imunoensaios realizados em nosso grupo dão suporte robusto à presença de concentrações nanomolares de PDI em indivíduos saudáveis, bem como em pacientes. No entanto, a atividade da PDI plasmática não foi quantificada até o momento. O objetivo deste estudo é desenvolver um ensaio para medir a atividade tiol redutase da PDI no plasma, adaptando metodologia já validada em outros sistemas. Para isto, utilizaremos a sonda fluorescente di-Eosina-GSSG, já caracterizada para a mensuração da atividade tiol redutase da PDI em concentrações nanomolares. O principal desafio será refinar o ensaio para a mensuração da atividade tiol redutase da PDI em concentrações relativamente baixas. A validação destes ensaios deverá contribuir com uma nova ferramenta para investigar o papel fisiológico e patológico da PDI na fração plasmática em diversas condições. | |
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