| Processo: | 18/14152-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2021 |
| Área do conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Química - Química Inorgânica |
| Pesquisador responsável: | Giselle Cerchiaro |
| Beneficiário: | Giselle Cerchiaro |
| Instituição Sede: | Centro de Ciências Naturais e Humanas (CCNH). Universidade Federal do ABC (UFABC). Santo André , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Santo André |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 19/22597-5 - Treinamento técnico em cultura celular,
BP.TT 18/26838-4 - Manutenção e experimentação em cultura celular, BP.TT |
| Assunto(s): | Zinco Cobre Espectrometria de massa por plasma acoplado indutivamente Química bioinorgânica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | cobre | Cu | Icp-Ms | Metais essenciais | Metalo proteinas | zinco | Zn- Superoxido dismutase | Bioinorganica |
Resumo
Em sua conformação normal, a proteína príon celular (PrPC) exerce inúmeras funções celulares e cognitivas, dentre elas se destacam funções como sinalizadora e auxiliar na fixação da memória. É uma proteína ancorada na membrana plasmática de todas as células e altamente presente em células do tecido cerebral. Com todo conhecimento adquirido a respeito suas funções nos últimos 15 anos, ainda restam dúvidas sobre sua ação e principalmente sobre como se dá a interação molecular da PrPC com a proteção - ou ativação - de doenças neurodegenerativas. A PrPC também pode se ligar aos metais divalentes, em especial com até 5 íons cobre. Entretanto, os significados funcionais desta interação metal-proteína ainda não estão completamente claros. Tanto frentes que indicam a participação desses metais na conversão das isoformas da proteína príon e sua forma patogênica, quanto as que reportam a PrPC como responsável no processo de homeostase de metais, geram conflitos na literatura atual a respeito do real papel dos metais tanto nas doenças priônicas como em outras doenças neurodegenerativas. Estudar essa relação permite não só concluir o papel da PrPC no SNC mediado via Fe, Cu, Zn e/ou Mn, como inferir se o fenótipo observado em doenças priônicas é consequência de falhas na interação metal-PrPC. Esse é um dos pontos que motivam a execução deste trabalho, visando contribuir com o esclarecimento da participação desses metais em processos de neurodegeneração.Este projeto tem o objetivo de elucidar a participação da PrPC na internalização de metais durante episódios de estresse oxidativo e em neurodegeneração celular com indução. Para isso, células de astrócitos de camundongos serão utilizadas do tipo selvagem (WT) e nocaute para a PrPC (KO), e serão medidos os níveis dos metais cobre, ferro e zinco internalizados na presença e na ausência de estresse oxidativo e em neurodegeneração. Adicionalmente serão verificadas alterações na expressão e localização da enzima SOD1 nestas condições, além de proteínas envolvidas com a morte celular como as caspases, e suas relações com a PrPC. Com estes resultados será possível criar um claro elo de ligação entre a PrPC, a sua atuação nas vias de morte e o envolvimento molecular de metais de transição neste processo. (AU)
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COMPLEXO CÚPRICO, COMPOSIÇÃO FARMACÊUTICA E USO DO COMPLEXO CÚPRICO BR 10 2020 014663 7 - Fundação Universidade Federal do ABC (UFABC) . Giselle Cerchiaro; Fernanda Rodrigues Bertuchi; Camila Maria Longo Machado - 01 de janeiro de 2020