| Processo: | 18/19922-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Odontologia |
| Pesquisador responsável: | Adriana Franco Paes Leme |
| Beneficiário: | Erison Santana dos Santos |
| Instituição Sede: | Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Piracicaba , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Neoplasias bucais Leucoplasia bucal Proteômica Espectrometria de massas Lágrimas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Câncer de boca | Espectrometria de massas | lágrimas | Leucoplasia | proteômica | Odontologia |
Resumo A Organização Mundial da Saúde considera a leucoplasia oral (LO) como placas brancas na mucosa oral que não podem ser clínico e histopatologicamente definidas como qualquer outra lesão, com considerável potencial de malignização. A leucoplasia verrucosa proliferativa (LVP) é um tipo de lesão que acomete com maior frequência pacientes do gênero feminino (4:1), acima de 70 anos, não está associada ao tabagismo ou etilismo e apresenta altos índices de recorrência e malignização. Tais lesões poderão originar um Carcinoma de Células Escamosas Oral (CEC). O CEC é a neoplasia maligna mais comum na cavidade oral e acometerá mais de 350.000 pessoas no mundo, no ano de 2018. Dessa forma, compreender a etiopatogenia dessa condição e desenvolver técnicas para antecipar o diagnóstico de malignização são essenciais para a intervenção em estágios menos agressivos da doença. Sendo assim, a identificação de proteínas comuns entre os diferentes estágios dessas lesões e no câncer de boca podem auxiliar na compreensão do desenvolvimento dessas condições e revelar assinaturas marcadoras de progressão, indicando seu potencial de transformação maligna. Estudos recentes têm demonstrado o fluido lacrimal como fonte promissora de proteínas associadas ao câncer, especialmente o de mama. Portanto, o objetivo desse estudo é caracterizar o perfil proteômico dos fluidos lacrimais de pacientes com LO, LVP e CEC por meio da proteômica baseada em espectrometria de massas e identificar proteínas comuns que possam estar ligadas ao potencial de transformação maligna do CEC oral. As proteínas serão analisadas por proteômica baseada em descoberta, e aquelas que apresentarem-se comuns entre os diferentes estágios de progressão, e não presentes no controle, serão consideradas potenciais e serão avaliadas por imuno-histoquímica no tecido obtido de biópsia em grupo independente de pacientes. Pretende-se com esse projeto indicar assinaturas de proteínas candidatas associadas ao potencial de malignização das lesões e antecipar as decisões em relação ao tratamento. (AU) | |
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