| Processo: | 19/19817-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2020 |
| Data de Término da vigência: | 25 de agosto de 2022 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Farmácia - Farmacotecnia |
| Pesquisador responsável: | Marlus Chorilli |
| Beneficiário: | Andréia Bagliotti Meneguin |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Liberação controlada de fármacos Ácidos aminossalicílicos Mesalamina Pectinas Amido resistente Nanofibras Celulose Doenças inflamatórias intestinais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | amido retrogradado | nanofibras de celulose | pectina | Sistemas colônicos | Spray drying | 5-Asa | Liberação controlada de Fármacos |
Resumo Doenças Inflamatórias Intestinais (DII) são consideradas um conjunto de desordens autoimunes caracterizadas por inflamação crônica, ulcerações da mucosa e hemorragia do trato gastrintestinal. O ácido 5-aminosalicílico (5-ASA) é o fármaco de escolha no tratamento das DII de leve a moderada. Para que esse fármaco exerça efeito terapêutico pronunciado é necessário evitar sua liberação nas porções superiores do Trato Gastrintestinal (TGI) e promover sua liberação na região colônica, o que contribui para um tratamento localizado com importante redução dos efeitos colaterais. Várias estratégias têm sido consideradas para vetorizar o 5-ASA para o cólon, como a utilização de pró-fármacos, o desenvolvimento de sistemas pH e/ou tempo-dependentes, bem como aqueles ativados pela microbiota colônica. Entre as abordagens reportadas, o desenvolvimento de sistemas empregando polissacarídeos biodegradáveis por enzimas secretadas pela microbiota colônica tem sido considerado a maneira mais confiável para liberar fármacos no cólon. Nesse cenário, o Amido Retrogradado (AR), um amido modificado obtido por tratamento hidrotérmico (retrogradação), tem sido considerado um promissor candidato para a construção de sistemas colônicos. Isso porque essa fração do amido escapa da digestão nas porções superiores do TGI, sendo digerido somente ao alcançar o cólon. A sua associação com a pectina (P) foi atribuída à otimização do processo de retrogradação, aumentando o rendimento de AR, além de levar a obtenção de dispersões com excelente capacidade de revestimento de formas farmacêuticas sólidas para liberação colônica. Contudo, a elevada solubilidade aquosa da P permanece como um importante desafio no que tange ao aumento da resistência desse material frente às distintas porções do TGI. A utilização de Ps com alto grau de metoxilação (menor solubilidade aquosa), assim como a adição de nanofibras de celulose (NFC) como reforço podem ser consideradas estratégias promissoras na otimização do excipiente AR/P. Diante do exposto, este projeto de pesquisa tem como objetivo o desenvolvimento de sistemas biorresponsivos a partir do excipiente otimizado AR/P/NFC para vetorização do 5-ASA para o cólon no tratamento da DII. A caracterização dos materiais e validação das metodologias serão realizadas assim como os ensaios in vitro e também in vivo, com o intuito de comprovar a eficácia dos novos sistemas propostos. (AU) | |
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