| Processo: | 19/23685-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2020 |
| Data de Término da vigência: | 14 de março de 2023 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Reprodução Animal |
| Pesquisador responsável: | Felipe Perecin |
| Beneficiário: | Maíra Bianchi Rodrigues Alves |
| Instituição Sede: | Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA). Universidade de São Paulo (USP). Pirassununga , SP, Brasil |
| Auxílio(s) vinculado(s): | 24/06340-2 - 14th Biennial 4A Conference, AR.BR |
| Assunto(s): | Biotecnologia da reprodução Epididimo Espermatozoides Estresse térmico Embriogênese Vesículas extracelulares RNA |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | bovinos | embrião | epigenética | modulação | sêmen | vesículas extracelulares | Biotecnologia da Reprodução |
Resumo Enquanto os atributos espermáticos de caráteres morfológicos e funcionais são associados à qualidade espermática e ao potencial fértil masculino, recentemente os atributos moleculares dos espermatozoides também têm sido reconhecidos como fatores determinantes destes. Neste contexto, os espermatozoides carregam moléculas de RNAs, principalmente ncRNAs (RNAs não codificadores) que se relacionam com o desenvolvimento embrionário inicial. Pelo fato de os espermatozoides apresentarem DNA altamente condensado e, serem considerados, portanto, transcrionalmente inertes, é durante a passagem pelo epidídimo que as células espermáticas adquirem grande parte dessas moléculas, por meio das vesículas extracelulares (epididimossomos) liberadas pelo epitélio epididimário. Recentemente, mostramos que microRNAs, uma subpopulação específica de ncRNAs, são alteradas nas vesículas extracelulares isoladas do plasma seminal de touros submetidos ao estresse térmico escrotal. Entretanto, não sabemos se o conteúdo molecular do epitélio epididimário também poderia ser alterado e se as vesículas alteradas poderiam modular o conteúdo molecular espermático e, consequentemente, impactar o desenvolvimento embrionário inicial. De fato, os efeitos do estresse térmico são bem descritos no tocante às interações testículos-espermatozoides e sabidamente geram prejuízo à qualidade espermática e ao potencial fértil. No entanto, pouco se sabe como as interações epidídimos-espermatozoides, mediadas pelos epididimossomos, poderiam responder a este estresse. Assim, a hipótese do presente estudo é que o estresse térmico leva a alterações moleculares nos epidídimos e nos espermatozoides, mediadas pelos epididimossomos, que apresentam impacto sobre o desenvolvimento embrionário inicial. (AU) | |
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