| Processo: | 18/14146-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2021 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Ecologia |
| Pesquisador responsável: | Elza Maria Guimarães Santos |
| Beneficiário: | Elza Maria Guimarães Santos |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Botucatu |
| Pesquisadores associados: | Luiz Claudio Di Stasi ; Silvia Rodrigues Machado ; Stefan Dotterl |
| Assunto(s): | Polinização Relações bióticas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | comunicação planta-animal | herbivoria floral | Polinização | Sinalização química | sinalização visual | Interações bióticas |
Resumo
Interações bióticas demandam o estabelecimento prévio de vias de comunicação planta-animal, as quais são essencialmente moduladas por sinais visuais e químicos. Dentre os caracteres relacionados à polinização, a forma floral, o padrão de coloração e a emissão de compostos voláteis florais desempenham papel fundamental na atração dos polinizadores. Entretanto, as pistas visuais e químicas podem ser utilizadas para a localização das flores não apenas pelos polinizadores, mas também por florívoros, sendo que a atuação de ambos pode ser simultânea e contrastante. A interface florívoro-flor-polinizador, ainda pouco explorada, constitui-se em um sistema apropriado e bastante interessante para o entendimento das complexas interações antagonista-planta-mutualista. Sendo assim, nossos objetivos são (i) caracterizar as alterações na forma decorrentes da florivoria, (ii) investigar se a florivoria leva à alterações no padrão de coloração e na composição de voláteis florais em espécies vegetais com distintos sistemas de polinização e (iii) testar se mudanças na forma, no padrão de coloração e nos voláteis florais, induzidas pela florivoria, afetam o comportamento de polinizadores. Assim, iremos identificar os tipos de danos causados por florívoros, determinar os sítios de emissão de voláteis nas flores, coletar dados sobre padrões de coloração e amostrar os voláteis em flores íntegras e danificadas por florívoros. Para isso, utilizaremos espécies polinizadas por abelhas, beija-flores, borboletas, mariposas e morcegos. Adicionalmente, testaremos os efeitos de alterações da forma, dos padrões de coloração floral e dos voláteis florais, devidos à florivoria, sobre o comportamento de abelhas polinizadoras. (AU)
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