| Processo: | 18/25307-5 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2022 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Saúde Materno-infantil |
| Pesquisador responsável: | Mauro Batista de Morais |
| Beneficiário: | Mauro Batista de Morais |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Ana Paula Bidutte Cortez ; Humberto Bezerra de Araujo Filho ; Patrícia da Graça Leite Speridião |
| Assunto(s): | Pediatria Gastroenterologia Intolerância à frutose Frutose Absorção gastrointestinal Microbioma gastrointestinal Adolescentes Obesidade |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | absorção intestinal de frutose | adolescente | frutose | intolerância à frutose | microbiota fecal | obesidade | Pediatria Gastroenterologia Pediátrica |
Resumo
Nas últimas décadas está ocorrendo crescente consumo alimentar de frutose, principalmente em produtos industrializados na forma de xarope de milho. O aumento do consumo de frutose apresenta associação com o aumento da prevalência mundial de obesidade e anormalidades metabólicas. A frutose é um dos principais carboidratos da dieta que quando não absorvido pode ser fermentado ("FODMAPs: fermentableoligosaccharides, disaccharides, monosaccharidesandpolyols"). A capacidade de absorção intestinal de frutose é variada na população. A frutose não absorvida, a exemplo dos outros FODMAPs pode se associar com sintomas gastrintestinais. Pesquisa realizada por nosso grupo revelou associação entre má absorção intestinal de frutose e maiores valores do índice de massa corporal. É provável, que a frutose consumida e não absorvida possa influenciar na composição da microbiota intestinal proporcionando um perfil de microbioma que contribua no desenvolvimento de obesidade.Os resultados deste projeto podem subsidiar a implementação de políticas de saúde pública destinadas à reduzir o consumo de frutose e estimular a indústria alimentícia na procura de ingredientes com menor risco para a saúde humana. Assim, os objetivos principais do presente projeto, com adolescentes com e sem obesidade são:1. Avaliar a prevalência de má absorção e intolerância à frutose; 2. Avaliar o perfil da microbiota fecal segundo a presença de má absorção de frutose; 3. Estimar a quantidade de frutose na dieta segundo a presença de má absorção de frutose e obesidade; 4 avaliar a permeabilidade intestinal com o emprego da zonulina sérica. (AU)
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