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Efeito tóxico in vitro de biomateriais cobertos com microcristais de tungstato de prata e molibidato de prata

Processo: 19/26105-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Artigo
Vigência: 01 de fevereiro de 2020 - 31 de julho de 2020
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Materiais Odontológicos
Pesquisador responsável:Janaina Habib Jorge
Beneficiário:Janaina Habib Jorge
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia (FOAr). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil
Assunto(s):Citotoxicidade  Próteses e implantes  Biomateriais  Biofilmes 

Resumo

Objetivo: Este estudo avaliou a citotoxicidade de microcristais de tungstato de prata (Ag2WO4) ou molibdato de prata (Ag2MoO4), como revestimento de biomateriais. Materiais e Métodos: O procedimento de revestimento foi realizado em amostras de titânio, zircônia e resina acrílica. Foram obtidos extratos das amostras revestidas, que foram usadas para análises de citotoxicidade, incluindo os testes Alamar Blue, MTT e CytoTox-One. Os dados foram analisados por ANOVA a dois fatores, seguida pelo teste de Tukey (± = 0,05). Os resultados de cada grupo experimental também foram comparados com o controle de células vivas, considerado 100% de viabilidade celular. Resultados: Em geral, observou-se que a porcentagem de células vivas de todos os biomateriais revestidos com os dois microcristais foi estatisticamente diferente dos grupos de amostras sem revestimento, exceto pelos resultados do MTT de amostras de Ti revestidas com ±-Ag2MoO4. Todos os biomateriais não revestidos foram classificados como não citotóxicos pelos três ensaios utilizados no presente estudo. Observou-se que os microcristais em solução, nas duas concentrações, eram fortemente citotóxicos, com morte de quase 100% das células, a partir da análise dos resultados do ensaio Alamar Blue. Conclusão: A maioria dos biomateriais revestidos com os dois microcristais apresentou algum grau de citotoxicidade nos diferentes ensaios. Os resultados descritos neste documento devem ser vistos como um alerta ao uso de microcristais, que podem expor os pacientes a riscos para a saúde. (AU)