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Influência de probiótico na microbiota oral e intestinal de indivíduos com periodontite e com diabetes mellitus tipo 2 utilizando modelo colônico in vitro

Processo: 19/17794-6
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de julho de 2020 - 30 de junho de 2022
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Microbiologia - Microbiologia Aplicada
Pesquisador responsável:Katia Sivieri
Beneficiário:Katia Sivieri
Instituição-sede: Anhanguera Educacional S/A (AESA). São Bernardo do Campo , SP, Brasil
Pesq. associados:Marcia Pinto Alves Mayer ; Silvana Regina Perez Orrico ; Susana Nogueira Diniz ; Tânia Aguiar Passeti ; Waleska Kerllen Martins Gardesani
Assunto(s):Diabetes mellitus  Probióticos  Microbiologia de alimentos  Periodontite  Microbiota 

Resumo

O diabetes mellitus tipo 2 (DMT2) é um distúrbio metabólico altamente prevalente, sendo que constituintes genéticos, hábitos alimentares ricos em gordura e alta energia e um estilo de vida sedentário são três fatores principais que contribuem para o alto risco de diabetes tipo 2. Vários estudos relataram a disbiose do microbioma intestinal como um fator na rápida progressão da resistência à insulina na DMT2, responsável por cerca de 90% de todos os casos de diabetes em todo o mundo. Por outro lado, pessoas com diabetes têm um risco 2,5 vezes maior do que pacientes não diabéticos de apresentar doença periodontal. A disbiose do microbioma intestinal pode remodelar as funções da barreira intestinal e hospedar as vias metabólicas e de sinalização, que estão direta ou indiretamente relacionadas à resistência à insulina na DMT2. Qualquer alteração na microbiota intestinal pode alterar o metabolismo do hospedeiro para aumentar a produção de energia durante o diabetes e a obesidade. Dessa forma, o objetivo deste trabalho é avaliar o efeito do probiótico Lactobacillus acidophilus La-5 sobre o microbioma oral e do cólon, metabolismo da população microbiana do cólon e parâmetros imunológicos utilizando o Simulador do Ecossistema Microbiano Humano (SEMH®). O protocolo experimental será realizado em triplicata, com amostra de coleta de placa supra e subgengival e fezes de quatro grupos: Grupo 1: indivíduos com doença periodontal; Grupo 2: indivíduos com diabetes mellitus tipo 2 e Grupo 3: indivíduos com diabetes mellitus tipo 2 e doença periodontal; Grupo 4: indivíduos sem diabetes mellitus tipo 2 e doença periodontal (Grupo Controle). As amostras dos reatores do SEMH® serão avaliadas quanto ao microbioma oral e intestinal (sequenciamento do gene 16S rRNA e quanto ao metabolismo microbiano (NH4+ e ácidos graxos de cadeia curta). Adicionalmente será avaliado os efeitos imunomoduladores dos diferentes metabólitos derivados dos reatores colônicos, utilizando modelo de co-cultura de células Caco-2 e células THP1-Xbluea. (AU)