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Renascimento agrícola ou decadência colonial? Exportações brasileiras de açúcar para Portugal na segunda metade do século XVIII

Processo: 21/01389-5
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de outubro de 2021 - 31 de março de 2024
Área do conhecimento:Ciências Sociais Aplicadas - Economia
Pesquisador responsável:Renato Leite Marcondes
Beneficiário:Renato Leite Marcondes
Instituição Sede: Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (FEARP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Pesquisadores associados:Lelio Luiz de Oliveira
Bolsa(s) vinculada(s):21/10620-2 - Leitura, transcrição, conferência e processamento das informações a partir dos documentos coletados do século XVIII, BP.TT
Assunto(s):Economia do Brasil  História econômica  Período Colonial (1500-1822)  Século XIII  Arrecadação tributária  Exportação  Açúcar 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:arrecadação tributária | comércio do açúcar | Economia Brasileira | economia portuguesa | Exportações | período colonial | História econômica

Resumo

Os objetivos deste projeto são: reconstruir uma série das exportações de açúcar do Brasil para Portugal de 1750 a 1800; relacionar a série reconstruída de exportação com as regiões produtoras brasileiras, a economia portuguesa e europeia; e analisar, por meio dos microdados, os portos de embarque e desembarque, tipos de açúcar e nomes dos negociantes açucareiros. A reconstituição da série baseia-se em dados já disponíveis na literatura e, principalmente, os que serão levantados nesta pesquisa para suprir a lacuna existente entre 1765 e 1796. Como não existem tais dados em arquivos brasileiros ou disponibilizados em sites na rede, utilizaremos fontes portuguesas, compreendendo principalmente documentos alfandegários para esse período. Ainda serão levantados microdados inéditos que permitirão uma análise mais aprofundada do comércio do açúcar. Assim, verificaremos, mais precisamente, a hipótese do renascimento ou não da economia açucareira na segunda metade do século XVIII, pois condicionou o dinamismo econômico de parte relevante da colônia. Ademais, analisaremos a hipótese de que as áreas mais recentes de fabricação do açúcar apresentaram um dinamismo maior, ao contrário das mais antigas, bem como aferiremos a qualidade do produto de diferentes origens. Outrossim, examinaremos se o comércio de longa distância assumiu um grau elevado de desigualdade entre os participantes. A pesquisa procura entender a ligação comercial do açúcar dos dois lados do Atlântico. (AU)

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