| Processo: | 21/08099-2 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Artigo |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2021 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2022 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Aplicada |
| Pesquisador responsável: | Carlos Roberto Prudencio |
| Beneficiário: | Carlos Roberto Prudencio |
| Instituição Sede: | Instituto Adolfo Lutz (IAL). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Vinculado ao auxílio: | 17/50333-7 - Plano de desenvolvimento institucional em pesquisa do Instituto Adolfo Lutz (PDIp), AP.PDIP |
| Assunto(s): | Biotecnologia Infecções por Coronavirus SARS-CoV-2 COVID-19 Ensaio de imunoadsorção enzimática Testes sorológicos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Covid-19 | Elisa | Rbd | SARS-CoV-2 | Serological assay | Biotecnologia |
Resumo
SARS-CoV-2 é considerada uma emergência global, resultando em uma crise exacerbada na saúde pública em todo o mundo. Embora haja avanços no desenvolvimento de vacinas, ainda não estão disponíveis para muitos países. Por outro lado, uma resposta imunológica que medeia a imunidade protetora ou indica que prediz o resultado da doença na infecção por SARS-CoV-2 permanece indefinida. Este trabalho teve como objetivo avaliar os níveis de anticorpos, avidez e subclasses de IgG à proteína RBD, em pacientes sintomáticos com formas graves e leves de COVID-19 no Brasil, utilizando um RBD-IgG ELISA adaptado. O RDB IgG-ELISA apresentou 100% de especificidade e 94,3% de sensibilidade na detecção de anticorpos no soro de pacientes hospitalizados. Pacientes que apresentaram COVID-19 grave apresentaram níveis mais elevados de IgG anti-RBD em comparação com pacientes com doença leve. Além disso, a maioria dos pacientes analisados apresentou baixa avidez de anticorpos, com 64,4% das amostras de pacientes que se recuperaram da doença e 84,6% daqueles que morreram nesta faixa de avidez. Nossos dados também revelam um aumento dos níveis de IgG1 e IgG3 desde o 8º dia após o início dos sintomas, enquanto os níveis de IgG4 se mantiveram menos detectáveis durante o período do estudo. Surpreendentemente, os pacientes que morreram durante 8-14 e 15-21 dias também mostraram níveis mais elevados de IgG4 anti-RBD em comparação com os recuperados (P <0,05), sugerindo que alguns pacientes com risco de vida podem induzir resposta de anticorpos IgG4 para RBD no primeiro semanas de início dos sintomas. Nossos achados constituem o esforço para esclarecer a cinética, avidez e subclasses de anticorpos IgG contra SARS-CoV-2 RDB em pacientes sintomáticos com COVID-19 no Brasil, destacando a importância da avidez de anticorpos IgG em associação com a detecção de IgG4 como ferramenta de laboratório no acompanhamento de pacientes hospitalizados com potencial mais signi cativo de risco de vida. (AU)
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