| Processo: | 21/15170-5 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2022 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2024 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Genética - Genética Molecular e de Microorganismos |
| Pesquisador responsável: | Rodrigo da Silva Galhardo |
| Beneficiário: | Rodrigo da Silva Galhardo |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Microbiologia molecular Infecções urinárias Proteus mirabilis Mutagênese Sistemas toxina-antitoxina Resistência microbiana a medicamentos Sequências repetitivas dispersas Transcriptômica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Elementos genéticos móveis | Mutagênese | Proteus mirabilis | resposta SOS | toxina-antitoxina | Microbiologia Molecular |
Resumo
Proteus mirabilis é um patógeno bacteriano envolvido principalmente em infecções no trato urinário. Essa espécie bacteriana é frequentemente portadora de elementos conjugativos integrativos (ICEs) da família SXT/R391. Estes são responsáveis pela dispersão de genes de resistência a antimicrobianos. Estes elementos são grandes e carregam, além de genes de resistência e daqueles responsáveis pelo seu processo de excisão e conjugação, genes cuja função ainda não é conhecida. Recentemente, identificamos em um isolado clínico brasileiro um elemento desta família denominado ICEPmiJpn1, originalmente identificado no Japão, e posteriormente encontrado em isolados clínicos e ambientais em diversas localidades ao redor do globo. Demonstramos recentemente que o ICEPmiJpn1 confere a capacidade de mutagênese induzida por danos no DNA a isolados clínicos de P. mirabilis, através dos genes rumAB ali presentes. Além disso, verificamos que estes genes influenciam na transmissão deste elemento móvel. Neste projeto, continuaremos a caracterização do papel de rumAB na biologia destes elementos e na resposta de P. mirabilis a agentes antimicrobianos. Dada a regulação das funções conjugativas destes elementos após danos no DNA, avaliaremos o impacto dos ICEs sobre a resposta a danos do hospedeiro através de transcriptômica. A função do sistema toxina-antitoxina hipAB contido no ICE também será avaliada, com relação ao seu possível envolvimento na formação de células persistentes. (AU)
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