| Processo: | 24/05555-5 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2025 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2027 |
| Área do conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Química - Química Orgânica |
| Pesquisador responsável: | Niege Araçari Jacometti Cardoso Furtado |
| Beneficiário: | Niege Araçari Jacometti Cardoso Furtado |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Ribeirão Preto |
| Pesquisadores associados: | Andresa Aparecida Berretta e Silva |
| Assunto(s): | Bioacessibilidade Biotransformação Permeabilidade intestinal Química de produtos naturais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | bioacessibilidade | biotransformação | Constituintes bioativos | Formulações de própolis verde | Permeabilidade intestinal | Química de Produtos Naturais |
Resumo
Os estudos propostos neste projeto de bioacessibilidade, permeabilidade intestinal e biotransformação dos constituintes bioativos de novas formulações de extratos de própolis verde são inéditos e espera-se agregar valor a estes produtos da biodiversidade brasileira trazendo à tona conhecimentos que possibilitarão o preenchimento de lacunas visando o desenvolvimento de medicamentos padronizados de origem natural com qualidade, segurança e eficácia. Um dos grandes gargalos da pesquisa no Brasil é a falta de estudos de absorção, distribuição, metabolismo e excreção de substâncias bioativas naturais. Considerando que a exportação de própolis verde bruta é um dos pilares da economia da apicultura brasileira, o desenvolvimento de produtos de maior valor agregado, a partir da nossa biodiversidade, constitui uma possibilidade imensa para a geração de divisas para o país. Assim, pretende-se neste projeto realizar estudos de bioacessibilidade dos constituintes bioativos ácido p-cumárico, artepillina C, bacarina e drupanina de três formulações de extratos de própolis verde, patenteadas, por meio de ensaios in vitro que se baseiam na fisiologia do trato gastrointestinal e simulam as condições da digestão humana. Em seguida, serão realizados estudos para avaliar a permeabilidade intestinal destes constituintes nas três formulações em modelo de células Caco-2, reconhecido pela ANVISA como método de ensaio in vitro que pode substituir os testes clínicos de medicamentos (RDC N¿ 749 de 5 de setembro de 2022). Neste modelo será avaliado também o efeito dos constituintes das formulações sobre a expressão da glicoproteína P, uma proteína da membrana plasmática que pode limitar a absorção oral e ocasionar variabilidade dos parâmetros farmacocinéticos. Será ainda investigada a ocorrência de metabolismo intestinal das substâncias bioativas das formulações e caso possíveis metabólitos sejam detectados, as substâncias que originarem metabólitos serão submetidas a estudos de biotransformação. Serão utilizadas bactérias da microbiota intestinal e fungos filamentosos, visando selecionar um ou dois processos que mimetizem o metabolismo intestinal para isolar os metabólitos produzidos e determinar suas estruturas químicas. (AU)
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