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Avanços no refinamento bio- e cronoestratigráfico do Triássico sul brasileiro

Processo: 25/07244-0
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Pesquisador Visitante - Brasil
Data de Início da vigência: 01 de agosto de 2025
Data de Término da vigência: 31 de dezembro de 2025
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Geologia
Pesquisador responsável:Max Cardoso Langer
Beneficiário:Max Cardoso Langer
Pesquisador visitante: Atila Augusto Stock da Rosa
Instituição do Pesquisador Visitante: Centro De Ciências Naturais E Exatas/Ccne/Ufsm, Brasil
Instituição Sede: Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:20/07997-4 - Explorando a diversidade dos dinossauros do Cretáceo Sul-Americano e suas faunas associadas, AP.TEM
Assunto(s):Bioestratigrafia  Tetrápodes  Estratigrafia 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Bioestratigrafia | Datações absolutas | Tetrapoda | Paleontologia estratigráfica

Resumo

O Triássico representa momento importante na história geológica e biológica de nosso planeta, pois compreende mudanças paleoambientais, paleoclimáticas e bióticas que ocorreram após o maior evento de extinção já registrado, há 251 milhões de anos. No sul do Brasil, o Estado do Rio Grande do Sul preserva importante registro fóssil de vertebrados, invertebrados e plantas do período Triássico, com destaque para as rochas das supersequências Sanga do Cabral e Santa Maria. Até o momento, existem apenas esforços pontuais para datação absoluta do pacote sedimentar da Supersequência Santa Maria. Com relação a novidades sobre subdivisões bioestratigráficas, tem-se utilizado mais frequentemente uma possível subdivisão da ZA Hyperodapedon, com os seguintes indicadores: zona acme de Hyperodapedon, biozona de Exaeretodon, biozona de Siriusgnathus, e biozona de Teyumbaita. Assim, uma série de questões surgem com os novos dados bio- e cronoestratigráficos atualmente disponíveis, de forma que a colaboração USP-UFSM proposta neste projeto deve contribuir, trazendo dados importantes para o refinamento biocronoestratigráfico do Triássico sulbrasileiro, ao incorporar dados inéditos com as questões anteriormente apresentadas. (AU)

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio:
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